quarta-feira, 23 de abril de 2008

Os meus lindos gatos...




Tenho dois lindos gatos tonquineses, a Kitty e o Piririco. Ambos nasceram aqui na minha casa. Tive uma outra gata, a minha primeira, a Panky. Só lhe faltava falar, era muito inteligente. Morreu há dois anos de um tumor. Mas ficaram este dois (a Kitty é filha dela, o Piririco é filho da Kitty) que me fazem muita companhia. São os meus "grandes amigos".

Bem..


Isto das pesquisas serve apenas para eu saber. Tenho que espairecer, e não pensar só "naquilo". Tenho andado a ler imensos livros, fazer exercício físico, e tudo para ficar mais relaxada sem stresses. Posso parecer um pouco massuda ou até mesmo chata, mas quero que aqui fique registado tudo o que me vai na alma. Nada de preocupações.

E ainda sobre ...


Laparoscopia

Laparoscopia é um procedimento cirúrgico minimamente invasivo realizado sob efeito de anestesia. Há casos que necessita o acompanhamento de um médico anestesista, utilizada para diagnosticar alterações na superfície dos órgãos ginecológicos

(pt.wikipedia.org/wiki/Laparoscopia)

A histeroscopia diagnóstica é um exame realizado para observar a cavidade uterina e o canal cervical. A grande vantagem é a possibilidade de sua realização em ambulatório sem o uso da anestesia e sem requerer internação.
Ela permite a visualização direta do interior do útero, com introdução de instrumental e uma ótica via vaginal que varia de 1,2mm a 4mm de diâmetro, podendo ser realizada no próprio consultório.
Através da vídeo-histeroscopia, introduz-se pela vagina uma fina óptica no canal uterino, que leva luz ao seu interior, bem como um gás (gás carbônico) para distendê-la, tudo controlado pelo histeroflator automático que oferece proteção e segurança quanto à absorção de CO² pela paciente. A essa ótica acopla-se uma micro câmera, que leva a imagem até um monitor de TV permitindo assim a visualização do canal cervical com uma nitidez magnífica e as patologias existentes neste local. Após o exame a paciente poderá retornar às suas atividades cotidianas normais. Todos os exames são fotografados.
A este recurso dá-se o nome de histeroscopia diagnóstica.

Indicações diagnósticas:

• Infertilidade.
• Aborto habitual.
• Sangramento uterino anormal.
• Pólipos.
• Miomas.
• Aderências.
• Espessamento do endométrio.
• Adenocarcinoma do endométrio.


Cavidade uterina visualizada na
histeroscopia diagnóstica

Indicações da Histeroscopia Cirúrgica:

Após a constatação de alguma patologia que tenha necessidade cirúrgica, o médico solicitará uma internação da paciente para realização da Histeroscopia Cirúrgica, cujo tratamento também poderá ser feito pela via endoscópica. A Vídeo Histeroscopia operatória permite que a cirurgia seja feita através do colo do útero, sem necessidade alguma de incisões ou cortes, em ambiente hospitalar, com internação de, no máximo, 24 horas.
Apesar de ser realizada da mesma forma que a Histeroscopia Diagnóstica, a Vídeo Histeroscopia operatória exige internação e anestesia, pois os instrumentos utilizados são mais calibrosos. Mesmo assim o método reduz significativamente o risco de infecção hospitalar e o tempo de recuperação da paciente é mínimo.
A histeroscopia apresenta menos de 1% de complicações cirúrgicas.



(www.clinicadrmarcelofaria.com.br/histeroscopia.htm)

Andei nas pesquisas...




Isto de operar quase me põe a cabeça à roda. Estou cheia de macaquinhos, na esperança de que tudo vá correr bem. Ando a fazer pesquisas na net, para saber um pouco mais daquilo que me explicam.Isto que esta aqui foi o que encontrei:

"Acontecem aproximadamente um quarto das mulheres em idade fértil, e acredita-se que até 50% das mulheres possam apresentar essa doença em alguma época de suas vidas. Pode ocorrer a partir da puberdade, mas a idade de maior incidência é a quarta década de vida. As estatísticas mostram que os miomas são mais comuns em mulheres negras, naquelas que ainda não engravidaram e em mulheres que apresentam condições associadas a altos níveis de estrogênio no sangue.

Como o mioma se desenvolve

A causa é desconhecida, mas sabe-se que os miomas originam-se de uma única célula, que começa a se multiplicar desordenadamente, e origina o tumor. Por isso, acredita-se que exista alguma base genética para o seu desenvolvimento e pode ser devido a isso que ele seja mais comum nas mulheres negras e que apresente uma tendência a acontecer em mulheres da mesma família.

O crescimento desses tumores ocorre por acção do estrogênio, uma hormona feminina de extrema importância, e isso pode explicar o seu desenvolvimento durante a fase reprodutiva da vida da mulher, a sua inexistência antes da puberdade e a redução de tamanho após a menopausa (quando os níveis de estrogênio diminuem). Qualquer coisa que leve a um aumento dos níveis de estrogênio pode fazer com que o mioma tenha um crescimento maior e mais rápido.

Quais são os sintomas?

Mais da metade das mulheres com miomas não apresenta nenhum sintoma, e não existem sinais ou sintomas específicos dessa doença. Assim, na maioria das vezes eles são descobertos em exames de rotina, como uma casualidade. Algumas vezes, o diagnóstico pode ser suspeitado devido ao aumento do tamanho do abdómen, que pode levar a mulher a pensar que apenas engordou um pouco ou até que está grávida.

A manifestação mais freqüente é a alteração menstrual, com aumento dos dias de menstruação e da quantidade de sangramento. A cada menstruação, o fluxo vai ficando maior, aumentando o número de absorventes utilizados. Podem ocorrer também sangramentos fora do período menstrual, às vezes com coágulos. Essas alterações podem levar à anemia.

Esse aumento do período menstrual pode acompanhar-se de dor, que decorre de um maior acúmulo de sangue no útero, provocando distensão dolorosa e maior contração da musculatura para eliminar esse conteúdo.

À medida que o útero cresce, começa a comprimir estruturas e órgãos próximos, podendo ocasionar dor, inclusivo durante as relações sexuais. Pode ocorrer compressão da artéria que nutre o mioma, o que faz com que ele sofra degeneração e suas células morram, o que se acompanha de dor. A compressão da bexiga leva à redução da capacidade de armazenar urina, levando a paciente a urinar com maior freqüência. Outro sintoma decorrente de compressão é a constipação intestinal (prisão de ventre), já que o útero pode comprimir o reto, dificultando a passagem das fezes.

A dificuldade para engravidar é freqüente em pacientes com miomas uterinos, já que esse tumor pode levar a alterações (deformidades) do órgão que dificultam a implantação do ovo. Porém, isso não ocorre em todas as pacientes.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é suspeitado inicialmente pela história da paciente e pelo exame físico realizado pelo ginecologista. Durante o exame, pode ser palpada uma massa de localização sugestiva de ser uterina. O principal exame utilizado é a ecografia, que pode demonstrar a presença do mioma e também a sua localização.

Ele pode ser classificado em:

• Subseroso: localiza-se na porção mais externa da parede do útero, relacionado mais raramente a sintomas de sangramento. O principal sinal é o aumento do abdome.

• Intramurais: estão localizados na porção média da parede do útero, e são os mais comuns.

• Submucosos: são os que se localizam mais próximos da cavidade uterina, sendo os mais sintomáticos. Quase sempre causam sangramento.

Mioma e gravidez

A associação entre mioma e gravidez ocorre em aproximadamente 0,13% a 7%. Nessa situação, o mioma pode determinar gravidez ectópica (quando o ovo implanta em outro local que não a cavidade uterina), aborto, parto prematuro, sangramento e dificuldades durante o parto. Além disso, eles podem aumentar significativamente de tamanho durante a gestação, devido aos altos níveis hormonais. Cada caso deve ser analisado individualmente, para determinação da necessidade de tratamento.

Como é feito o tratamento?

Nem toda paciente deve ser tratada, já que se trata de uma doença benigna e que na grande maioria dos casos não causa sintomas. O conceito principal é de que o mioma deve ser tratado quando causa sintomas significativos. Nos casos assintomáticos, a paciente deve ser acompanhada regularmente.

Existem basicamente três tipos de tratamento:

1) Medicamentoso

Esse é, geralmente, o primeiro passo no tratamento dos miomas. Os objetivos são controlar o sangramento, inibir o crescimento dos miomas ou reduzir o seu tamanho (especialmente antes da cirurgia). Muitas vezes, o uso de antiinflamatórios já é suficiente para controlar os sintomas, não sendo necessário nenhum outro tipo de terapia.

Os medicamentos mais indicados, quando se deseja a redução do tamanho dos miomas, são os chamados análogos do GnRH. Eles criam uma falsa menopausa, reduzindo a liberação de estrogênio pelos ovários. São úteis também para controle do sangramento. O problema é que, após a interrupção do uso do medicamento, os miomas voltam a crescer. Isso é importante, pois essas drogas podem ser usadas por no máximo 6 meses. Os efeitos colaterais são: ondas de calor, insônia, secura vaginal, diminuição da libido, perda temporária de memória, aumento do risco de osteoporose.

2) Cirúrgico

Indicado nos casos sintomáticos, nos miomas muito grandes, na presença de sinais de degeneração (alterações do tecido do mioma), e nos casos em que o mioma é causador de infertilidade. As modalidades são:

• Miomectomia: retira-se apenas o mioma, preservando-se o útero. Indicada nos casos em que a mulher queira preservar a capacidade de reprodução ou de menstruar. Porém, pode não ser conseguido em alguns casos. A recorrência ocorre em um terço dos casos. Uma das complicações é a formação de aderências.


3) Embolização

É realizada com a colocação de um cateter dentro da artéria uterina que nutre o mioma, seguida da injeção de agentes que levam à formação de êmbolos no interior da artéria, com interrupção do fluxo de sangue. Está indicada quando a paciente quer manter o útero ou quando existem contra-indicações à histerectomia. As complicações associadas a esse método são: isquemia grave do útero (como se fosse um infarto, parecido com o do coração), ocorrência de infecção e parada das menstruações."

Os miomas são, sem sombra de dúvida, os tumores uterinos benignos mais freqüentes, acometendo 20% das mulheres no período reprodutivo, podendo aumentar para 50%, dependendo do grupo de mulheres estudadas. Predomina em mulheres afro-americanas se comparadas às mulheres brancas.

De acordo com o ginecologista, Dr. Adalberto de Carvalho Valle Netto, os miomas podem ter diversas localizações no útero, quais sejam: subserosos, submucosos ou intramurais, além de poderem também estar localizados no colo uterino ou no ligamento largo (estrutura de sustentação do útero no interior da cavidade), por exemplo.

Os miomas subserosos, informa o ginecologista, crescem para fora do útero e normalmente não irão causar alterações menstruais, porém podem levar a dor por comprimir outras estruturas próximas, bem como, a sensação de peso na barriga quando são miomas muito grandes. Eles podem estar localizados ainda no ligamento largo - um local de difícil resolução cirúrgica, caso seja necessário a sua retirada.

Os miomas intramurais se encontram na intimidade da parede do útero, ou seja, na espessura da parede, podendo causar alterações menstruais e aumento do volume uterino. Já os miomas submucosos se localizam no interior da cavidade uterina alterando as menstruações, e levando a um aumento. Isto acontece, muitas vezes de forma acentuada na quantidade de menstruação durante este período, podendo também levar às irregularidades menstruais.

“Hoje em dia, a grande maioria de casos de miomas subserosos podem ser resolvidos por uma técnica cirúrgica, onde não há necessidade de cortes na barriga, denominada histeroscopia”. A histeroscopia, explica o médico, serve tanto para cirurgia quanto para exame quando não temos certeza do diagnóstico.

Sintomas

Os miomas podem causar diversos sintomas dependendo da sua localização e seu tamanho como: dor no período menstrual – chamado de dismenorréia – um sangramento uterino anormal, dor pélvica crônica, dor durante as relações sexuais chamada de dispareunia, sensação de peso na barriga, urinar com mais freqüência, obstrução da uretra, saída do mioma submucoso pelo colo uterino. Porém, estima-se que na grande maioria das vezes não causam sintomas, sendo diagnosticados por acaso em um exame de rotina.

Ele lembra ainda que mesmo quando não provocam sintomas, deveremos estar sempre atentos, acompanhando estas pacientes, realizando ecografias nas consultas de rotina ou quando, por ventura, apresentarem algum sintoma.

Sua causa é desconhecida, mas vários estudos sugerem sua origem na célula do músculo da própria parede do útero, chamada de miométrio. Já a sua dependência pelos hormônios femininos foi demonstrada em muitos estudos.

Nestas situações poderá ser indicado o tratamento cirúrgico dos miomas apenas quando são sintomáticos, o que ocorre aproximadamente em 50% dos casos ou em pacientes jovens assintomáticas e que apresentam crescimento rápido dos miomas, frisa. As maiores causas de indicação de remoção cirúrgica são o sangramento uterino anormal, infertilidade e dor pélvica.

Finalizando o especialista acrescenta que o mioma uterino é uma doença bastante comum e que deve ser tratada de maneira consciente, evitando com isso a realização de cirurgias desnecessárias.
(boasaude.uol.com.br/lib/showdoc.cfm?libdocid=3719&fromcomm=4&commrr=src - 34k)

segunda-feira, 21 de abril de 2008

A data está marcada...



Fui na passada Sexta-feira à consulta e respectiva ecografia, que tinha anteriormente marcado. Cheguei quase à hora marcad, mas por minha surpresa a sala estava super cheia. Fiquei quase meia hora à espera. Depois com a eco eita, lá fui à consulta. Foi uma monhé que me atendeu, (atenção não tenho nada contra eles), fez a análise dela, deu a sua opinião e eu a pensar "outra que me vai opinar diferente". Foi quase o que aconteceu, mnão fosse eu a contradizê-la, a minha sorte, é que ela foi tirar as dúvidas com a médica que me acompanha. Conclusão lá disse que tinha que ser operada, mas desta vez haveria a hipótese de ser aberta pela barriga. O quê? Nem pensar. A gaja nem me deixava quase falar, apenas dizia que tinha que escrever e depois falava. Bem, fiquei piurça! Pensei a minha médica não me escapa tenho que ir esclarecer isto. Esperei que ela saisse duma aula que estava a dar e pimba apanhei-a. Ela explicou-me que pela ecografia estava com dúvidas se seria duma forma ou doutra. Que a situação de ser aberta para retirar o mioma era a solução se fosse dificil, mas não seria a única hipótese. E disse que se fosse assim não autorizava de manaeira nenhuma, arranjem eles alternativas, não quero ficar marcada por uma cicatriz para sempre. Dei-lhe a entender que não gostei da opinião da monhé. Disse-me para ficar descansada que tudo se iria resolver. Então a data para a cirurgia é dia 3 de Julho. Tenho que ir lá antes para a consulta com a anestesista, e depois entro na véspera logo de manhã, para os "preparativos". Vão ser as horas mais longas da minha vida. Até lá gostaria de saber outras opiniões, sei dum hospital que fazem intervenções chamadas embolização do mioma, ou seja não o retiram apaenas tiram-lhe a irrigaçãp sanguinea, para ele deixar de crescer e ir mirrando. Não sei se resolvem a situação da endometriose. Tenho mesmo que averiguar. Antes de terminar quero apenas deixar que só nó público é que os médicos atendem desta maneira. Tenho anda do a ser acompanhada nos médicos do privado e o atendimento não é nada disto. Parece que estão sempre com pressa, atende um, sai, e aparece outro. Parece uma fábrica. Nem explicou direito o que era para ser feito nem nada. Tive que ir a outro para perceber. Assim claro qie o sistema público está nas últimas.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Parabéns a mim ...

Parabéns a mim
nesta data querida
muitas felicidades
muitos anos de vida
Hoje é dia de festa
cantam as nossas almas
para a menina uma salva de palmas...
Ei!
Recados Para Orkut



Recados Para Orkut

quinta-feira, 10 de abril de 2008

MADREDEUS, o meu grupo Português preferido





Aqui insiro algumas das mais bonitas letras dos Madredeus, o meu grupo Português preferido, do cd "Espirito da Paz"

DESTINO
Águas paradas,
claro luar
um quase nada
muito melhor
Nesta viagem que comecei
grave miragem a mim chamei
Se foi meu destino
contar uma história tão breve
é longo o caminho
mas a alma quer
Se foi meu destino
cantar com uma voz que me chora
é longo o caminho
mas a alma adora

CULPA
Culpa que me segues sem eu quer
Jura que me deixas decidir
Aceitas ou não que nunca é tarde
aceitas ou não que voltarei
se calhar se calhar
amanhã há-de haver mais, mas eu não sei
se calhar, devagar
vou voltar à magoa que deixei

VEM
Vem
além de toda a solidão
perdi a luz do teu viver
perdi o horizonte
está bem
prossegue lá até quereres
mas vem depois iluminar
um coração que sofre
Pertenço-te
até ao fim do mar
sou como tu
da mesma luz
do mesmo amar
Por isso vem
porque te quero
consolar
se não está bem
deixa-te andar a navegar

AJUDA
A cantar
lá vou ne
ao meio do mundo
e amanhece
o futuro
sou assim
sou este mistério
maior que tudo
que acontece
no meu mundo
Vontade
Mistério
Verdade
Ajuda

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Recapitulando a minha história...


Faz um ano que consegui engravidar, fiz a primeira ecografia, para saber se tudo estava bem, é foi lá que soube que tinha uma gravidez não evolutiva. Claro que passado uns dias tive hemorragias e grandes dores, como se esivessem a picar-me no abdomen. Foram dias dificeis. Fiquei muito triste, pois por um tempo tinha conseguido aquilo que tanto queria, engravidar.´Só para acrescentar eu já tinha dado seguimento a ir a consultas de infertilidade, na Clifer, pois já tinha passado um ano e não havia gravidez. A minha médica recomendou-me esta clinica para saber o que se podia fazer. Na primeira consulta com a Dra Ana Paula tive que lhe dar o meu histórico clinico. Ela não me alarmou de nada, apenas deu-me conselhos dos passos que podia seguir.Deu-me uns meses e se nada acontecesse tinha que começar com injecções de indução à ovulação. Por curiosidade nõa foi preciso pois engravidei.Chegamos então ao ponto do que aconteceu depois do aborto. Falei com a Dra Ana Paula e ela disse-me que deixasse passar o Verão e então recorriamos às injecções. Passou então os messes de Verão e nada. Em Setembro quando já estava mentalizada que lá ia começar o tratamento, pimba outra vez engravidei. Toda contente fiz novamente os "procedimentos", ou seja testes e ecografia, como é norma para ver se tudo estava bem.Na Maternus fui fazer a eco e levei o meu marido para ver como era, pois estava com muita esperança que era desta. Conversa puxa conversa com a médica(pois marquei com a mesma médica da primeira eco) lá ela depois dá-me o "resultado", tinha outra vez uma gravidez não evolutiva. Pimba, que noticia. OUTRA VEZ NÃO!Fiquei chocadissima. O meu marido começou a passar mal.Teve uma quebra de tensão. Foi horrivel. Passar tudo outra vez, não. Depois tive que ir às urgências do Santa Maria, e foi diferente desta vez. Na primeira tive hemorragias e grandes dores, desta vez não.Como não tive qualquer hemorragia os médicos da urgência deram-me uma semana. Se nada saisse normalmente tinha que tomar comprimidos. Foi o que sucedeu. Tive que tomar uns comprimidos para o embrião sair. Estava com um pouco de receio pois não queria passar pelas dores que anteriormente passei. Mas aqui também foi diferente. Não tive quase dores nenhumas, apaenas uma ligeira sensação, de como estivesse no periodo menstrual. Foram duas semanas de hemorragias continuas.Horrivel.Passaadas uma semanas tive que falar com a médica da Clifer a Dra Ana Paula. Quando lhe comuniquei que tinha tido outro aborto, ela não gostou nada da situação e pediu-me para fazer uma histerossonografia na Maternus. Fui-lhe mostar a ecografia que entretanto lá fiz, pois o medico achou que a ecografia era suficiente. Lá fui mostrá-los, passada então a conversa, e depois analizada toda a situação, achou que era melhor operar, pois tenho um mioma submucoso e um quisto no ovário. Este mioma tem uma certa dimensão, e a melhor hipotese é retirá-lo cirurgicamente.Podia ser retirado por histeroscopia, mas é um pouco grande para ser retirado desta forma. O quisto no ovário é uma endometriose.É um pouco dificil explicar o que é, apenas me reduz a capacidade de conseguir engravidar normalmente.Este tem que ser retirado cirurgicamente. Pois como quero engravidar é melhor desta forma. E assim chegamos ao ponto exacto em que estou agora. Como tenho escrito nos posts anteriores já fiz os testes, raio-x e análises necessárias. Já marquei consulta e respectiva ecografia, para 18 de Abril. Até lá faço anos e depois se verá. Esta é a minha história. Quis acrescentar esta parte, para ficar mais completa e para ter um certo seguimento. Foi um desabaço. Sei que muitas mulheres passam pelo mesmo, é a minha forma de mostrar que as coisas não acontecem só aos outros e só damos valor quando passamos por elas. Tenho que ter esperança, pois esta é sempre a última a morrer e quero ter o meu bébé, há muito desejado por nós. Faço o que tenha que fazer é preciso ter nuita esperança.

domingo, 6 de abril de 2008

A minha amiga vai ter um menino!

MyCuteGraphics.com - Cute Glitter Graphics
A minha amiga que também andou 2 anos para engravidar, conseguiu e já sabe que vai ter um menino!Fico feliz por ela! Ela fez uma data de coisas, experimentou acupunctura, fez tratamentos de indução à ovulação e acabou por conseguir num médico de medicina tradicional chinesa, lá no Algarve. Ela já está de 4 meses.Deve nascer lá para o fim de Agosto.Parabéns!

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Começando...


Já fiz os testes ao sangue que me pediram, como também o raio-x. Estava um pouco nervosa, pois já há muito que não fazia um.Agora tenho que ir buscá-los, fata é a ecografia e a respectiva consulta. Tenho andado a ler o blog da minha amiga, fico feliz por ela, tal como eu, andavamos as duas no mesmo caminho. Ela já esta com 4 meses, falta saber se é um ele ou ela. Agora falto eu. Ando mesmo chateada com isto tudo, não vejo a hora de tirar o mioma e o quisto, para a minha vida voltar ao normal.