segunda-feira, 30 de junho de 2008

Lançamento do novo cd da Mariza - Terra

Rosa Branca

A minha cirurgia foi adiada!



Bem, isto do corpo humano tens os seus "q".Então não é que o Mr Red neste mês resolveu atrasar-se o que me levou adiar a cirugia! Acabei de saber que será dia 10, ouseja conseguiu-se que fosse para a semana! Também para a semana, tenho um tio que também será operado. Ela será na segunda e eu na quinta!
Ando nervosa, quase ñ consigo dormir, ñ queria tomar quaisquer comprimidos, pois pode interferir na anestesia!
Falando em anestesia, amanhã tenho consulta de anestesiologia logo às 9h no Hospital.

Só desejo que isto tudo passe depressa! E que corra tudo bem, para mim e para o meu tio!

Haja fé e esperança!

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Actividade física aumenta bem-estar da grávida

Fanáticas do ginásio e sedentárias convictas costumam passar pelo mesmo dilema quando ficam grávidas: e agora, o que faço com o meu corpo?

Um programa de atividades físicas ajuda a encontrar as respostas.

A jornalista Angélica Banhara, autoproclamada "rato de academia", teve essas dúvidas quando, aos 35 anos, foi surpreendida por uma gravidez não planejada. Outra surpresa foi descobrir que, embora haja uma vasta literatura sobre a gravidez, há pouca coisa específica sobre exercícios -quais, como e quando fazer.
Banhara foi à luta: consultou professores, fisiologistas (além de seu médico) e montou o seu programa de nove meses. Depois que o bebê nasceu, resolveu contar a sua experiência num livro, "Grávida em Boa Forma"

"A ginástica é indicada após o terceiro mês de gestação", diz o cardiologista Marco Antônio.
- Sempre?

"É preciso passar por uma avaliação cardiológica e ter a autorização do obstetra. Há casos em que os exercícios são contra-indicados", diz.

- Histórico de abortamentos
- Cardiopatias e Hipertensão grave desaconselham a prática. Mas o cardiologista afirma que a ginástica é benéfica em casos de hipertensão leve ou propensão a diabetes. "Além de controlar o ganho de peso, os exercícios -de preferência, feitos na água- melhoram a circulação, diminuem a ansiedade e ajudam a controlar a pressão", explica.

Fora da piscina, são indicados exercícios para os grupos musculares que precisam ser especialmente fortalecidos durante a gravidez, como os das costas, os abdominais e o períneo. "A atividade física reorganiza a parte muscular que sofre grandes alterações na gravidez.
Depois, é mais fácil voltar à forma", acredita Andréa Faria, professora do programa para gestantes da Fórmula Academia. O programa para uma grávida veterana em academias e uma até então sedentária não varia no tipo de exercícios. Em qualquer caso, a frequência cardíaca máxima que uma gestante pode atingir é menor do que a das não-gravidas. Os alongamentos, que parecem mais fáceis, merecem cuidado especial. "Na gravidez, aumenta a produção de um hormona, a relaxina, que deixa as articulações mais moles. Isso facilita tanto os alongamentos que a grávida pode, sem perceber, provocar um hiper- estiramento do músculo e até magoar-se", diz o professor Sérgio Braz.


Alguns exercícios

FLEXÃO LATERAL
Sentada numa uma bola ou cadeira, flexione o joelho e estenda a perna direita. Flexione o tronco para a esquerda, apoiando o cotovelo na perna. Repita para o outro lado

ALONGAMENTO DO GATO
De joelhos, inspire e projete o tórax para frente, como se quisesse fazer um U com a coluna. Expire lentamente, contraia o períneo e arredonde as costas

CÓCORAS NA PAREDE
De pé, encostada à parede, flexione os joelhos, deslizando as costas pela parede. Ao agachar-se, contraia e relaxe o períneo

ALONGAMENTO DEITADA
Deite-se sobre um colchão dobrado, deixando a cabeça numa posição mais elevada do que a do quadril. Flexione os joelhos e apóie os pés na parede. Expire e contraia o períneo; inspire e relaxe
 
Fonte:IARA BIDERMAN - Folha de Sº.Paulo

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Homeopatia e Infertilidade

 
Nos dias que correm, engravidar pode não ser, afinal, tão fácil quanto parece e são diversos os factores que podem conduzir à tão temida “infertilidade”.
Na realidade, a infertilidade total, propriamente dita, é uma situação bastante rara e o que existe na realidade são problemas de fertilidade.
Para a OMS – Organização Mundial de Saúde – um casal tem problemas de fertilidade, quando após 2 anos de actividade sexual sem utilização de métodos contraceptivos, não ocorre uma gravidez.
Os tratamentos convencionais disponíveis passam pela medicação, a cirurgia, ou ainda por técnicas laboratoriais, como sejam a fertilização in vitro ou a inseminação intra-uterina, entre outras. As taxas de sucesso para estes tratamentos variam, por exemplo, consoante a técnica utilizada e a duração da infertilidade anterior ao início do tratamento.
Existem, no entanto, alternativas naturais a este tipo de tratamentos, que podem, inclusive, ser feitas em paralelo, e a Homeopatia é uma delas.
O ser humano nunca adoece exclusivamente numa parte isolada do seu corpo, e qualquer doença, quer se trate de infertilidade ou qualquer outra, é sempre reflexo de um desequilíbrio geral de todo o organismo.
E é sob esta visão holística que a Homeopatia procura equilibrar cada indivíduo, tornando-o mais saudável, física e psicologicamente, tratando não só a infertilidade mas também os sintomas físicos e emocionais que dela decorrem, possibilitando inclusive reacções mais positivas aos tratamentos convencionais não homeopáticos.
 
De grande eficácia nos casos de infertilidade funcional, a Homeopatia permite:
- regularizar os ciclos menstruais (após ter deixado de tomar a pílula anticoncepcional, por exemplo)
- melhorar o equilíbrio hormonal, nomeadamente quando não ocorre ovulação
- melhorar a qualidade do muco cervical, facilitando assim o acesso dos espermatozóides ao útero
- melhorar a qualidade da mucosa uterina, favorecendo a nidação do ovo ou zigoto
- preparar o útero para o implante do ovo ou zigoto, no caso de fertilização in vitro
- suportar mais facilmente o stress dos “ensaios” e da PMA
 
A título de exemplo, aqui deixo ficar a indicação de alguns remédios que podem ajudar na infertilidade feminina:
- Aurum – quando a depressão está na origem da infertilidade.
- Follicolinum – para favorecer a fecundação.
- Ignatia – para lutar contra o stress e a ansiedade emocional.
- Lachaesis – para estimular os ovários e as suasfunções.
- Lycopodium – para melhorar a qualidade do muco cervical.
- Ovarinum – para regular a ovulação e os ciclos menstruais.
- Progesteronum – para regular ciclos mesntruais demasiado longos.
- Sabina – recomendado em casos de abortos repetidos.
- Sépia – ajuda em casos de ovulação irregular ou inexistente.
 
Também na infertilidade masculina:
- Agnus castus – em casos de oligospermia e azoospermia.
- Medorrhinum – pode ajudar em certos casos de impotência.
- Tribulus terrestris – para aumentar a quantidade de espermatozóides e a taxa de progesterona.
 A duração do tratamento varia entre três e seis meses consoante os casos, com tomas diárias de grânulos homeopáticos.
Claro está que um tratamento desta natureza requer o conselho de um profissional já que, para além de existirem diversas diluições, existem também diversas fórmulas e combinações homeopáticas que podem ser prescritas no sentido de obter melhores resultados.
Por outro lado, um tratamento de fundo é sempre recomendado em função da personalidade e do estado de saúde geral de cada um.
Aqui fica no entanto a ideia de que a Homeopatia pode efectivamente dar uma ajuda aos casais que sofrem de problemas de fertilidade.

Fonte: Porjecto Artémis

Gravidez tardia

Pensando do ponto de vista emocional, pode-se dizer que maternidade não tem idade. O carinho de uma mãe de 20 anos não é diferente de uma de 30 ou de 40. Ver o rosto do filho pela primeira vez, amamentar, segurar sua mãozinha, presenciar as primeiras palavras, incentivar os primeiros passos...
Isso emociona e comove qualquer uma com a mesma intensidade.
Mas, que pena, não se pode dizer o mesmo do corpo. O organismo foi programado para atingir seu auge reprodutivo entre os 20 e 30 anos. Depois disso, vai perdendo eficiência. Muitas das deficiências, o corpo é capaz de compensar, já outras são contornadas com a ajuda da medicina.
São vários os motivos que levam a mulher a engravidar depois dos 35 anos – quando já é considerada uma gravidez tardia. Pode ser o desejo de terminar os estudos, de conseguir uma situação financeira mais estável, um segundo casamento.
O número de mulheres que tomam esta decisão cresce com o passar dos anos. Dados da Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados) indicam que o número de mães entre 35 e 39 anos aumentou 2,3% em dez anos.
Um trabalho realizado por Fernanda Ximenes e Mylza Rosado de Oliveira avaliou a gestação, as condições do parto e do bebé em diferentes faixas de idade, em 2002. Elas constataram que no caso de mulheres acima de 40 anos, o número de cesarianas era bem maior: 51,4%.
Era também maior a incidência de bebés com baixo peso e nascidos com problemas de asfixia.
Mas boa parte dos riscos adicionais de uma gravidez tardia podem ser contornados com uma preparação prévia e um pré-natal correcto. E quanto mais saudável estiver a mulher, maior a chance de os nove meses transcorrerem com tranquilidade. “O ideal é estar com a vacinação em dia pelo menos três meses antes de engravidar. As principais vacinas são: rubéola, sarampo, caxumba, hepatite A e B”, esclarece Rosana Durães Simões. Também não podem faltar os testes de sorologia para hepatite B e C e HIV. E sempre manter o peso para evitar riscos de hipertensão induzida e diabetes gestacional.
Alguns possíveis problemas de saúde preexistentes devem ser analisados mais de perto no caso de uma gestação tardia. Os quadros de hipotireoidismo merecem atenção especial porque são mais comuns em pessoas acima dos 35 anos. Às vezes, os distúrbios da tireóide são subclínicos, e aparecem discretamente nos exames, mas podem complicar uma gravidez tardia.
Outro quadro importante é o da hipertensão que acarreta a diminuição do fluxo de sangue para a placenta e é responsável pelo nascimento de bebés com pouco peso.
Não engordar muito ajuda a manter a pressão sob controle e também afasta o risco de diabetes gestacional. “Os exercícios físicos aquáticos e caminhadas de 30 minutos, três vezes por semana, ajudam a grávida a manter o peso. Não se esquecendo da alimentação que deve ser balanceada e dividida de três em três horas para manter o nível de glicose estável”, diz Rosana.
Outros cuidados são: usar sapatos baixos e antiderrapantes e bloqueador solar sempre, para evitar manchas na pele, os cloasmas gravídicos, que depois dos 35 aparecem com facilidade e são mais difíceis de eliminar.

De olho nos exames
Hoje, é possível também acompanhar de perto a situação do bebé na barriga e, se for o caso, intervir antes mesmo de seu nascimento. Vários exames não invasivos estão disponíveis como a ecografia morfológica, que indica má-formações, e a dopplervelocimetria, que verifica a circulação sanguínea no feto. Estes exames associados a outros invasivos podem ainda identificar problemas genéticos, como a biópsia vilocorial ou a punção do líquido amniótico.
Alguns problemas de má-formação, mais comuns em filhos de gestantes de mais idade, podem ser corrigidos ainda durante a gestação por meio de cirurgias, ou mesmo logo após o nascimento. As UTIs neonatais e maternas estão cada vez mais equipadas e prontas a atender as necessidades especiais de mamães e bebés”, explica Abner Lobão, obstetra, ginecologista. Mas talvez nada disso seja necessário. Apesar de a propensão a apresentar problemas crescer com a idade, a maioria das mulheres que decidem engravidar depois dos 35 levam a sua gravidez com tranquilidade.
Pequenos problemas são facilmente contornáveis e, para as ocorrências mais sérias, pode-se contar com os avanços da medicina.
Dados da Associação de Síndrome de Down (EUA) de uma criança nascer com a deficiência,de acordo com a idade da mãe.

25 anos - 1 em 1.400 nascimentos
35 anos - 1 em 380 nascimentos
38 anos - 1 em 190 nascimentos
40 anos - 1 em 110 nascimentos
45 anos - 1 em 3 nascimentos

As vantagens da mãe madura
Quando a maternidade acontece tardiamente, a mulher tem maior equilíbrio emocional para criar o filho.Do ponto de vista médico,a saúde também melhora, pois o stresse e a depressão diminuem. “Ela também melhora o estilo de vida e tem consciência de que precisa chegar bem à terceira idade.Então passa a ter mais cuidados como fazer actividades físicas e ter uma alimentação controlada.Assim evita problemas cardíacos,diabetes, hipertensão, colesterol alto”, afirma a médica Rosana. Isto pode explicar a longevidade maior atribuída às mulheres que engravidam após os 40.
Um estudo da Universidade de Boston mostrou que elas têm uma chance, quatro vezes maior, de chegar aos cem anos. Os cientistas acreditam que a tempestade hormonal que acompanha a gravidez retardaria a menopausa e ajudaria a proteger o cérebro.

Fonte: Meu Nenen

Novo estudo acerca dos traumas do aborto

Um novo estudo de pesquisadores noruegueses, da Universidade de Oslo, mostra que os abortos voluntários podem resultar em traumas psicológicos que levam pelo menos cinco anos a ser superados. A equipa de cientistas comparou 40 mulheres que tiveram abortos espontâneos com outras 80 que escolheram interromper a gravidez. As que perderam os bebés devido a complicações no parto sofreram sequelas psicológicas nos seis meses seguintes, enquanto as que praticaram abortos voluntários enfrentaram efeitos negativos mais duradouros. Os resultados obtidos reforçam a importância de se fornecer às mulheres informação sobre os efeitos psicológicos da perda de um filho, em ambas as situações

Mariza na Culturgest - Lisboa - 16 de Junho 2008





Fonte:Correio da Manhã, 17 de Junho de 2008


O Grande Auditório da Culturgest, em Lisboa, teve ontem à noite casa quase cheia para um evento a que a fadista Mariza chamou, simplesmente, de "festa de apresentação" do seu mais recente trabalho: ‘Terra’.

A expectativa era grande, uma vez que o disco só será posto à venda no dia 30 de Junho e a digressão mundial terá início no próximo sábado, dia 21, na Monumental Celestino Graça, em Santarém, que tem uma lotação de 14 mil espectadores.

Além do ministro da Cultura, Pinto Ribeiro, e de artistas e profissionais convidados expressamente para o evento – como Carlos do Carmo, Fernando Tordo, Herman José e Rui Veloso –, foram ainda à Culturgest jornalistas portugueses e estrangeiros, os representantes da editora discográfica, vindos de fora, e algum público anónimo, uma vez que a Caixa Geral dos Depósitos, entidade patrocinadora do espectáculo, pôs à venda 200 bilhetes do seu auditório, destinados a quem quisesse assistir ao vivo (e pela primeira vez) aos temas do novo disco. A receita reverterá a favor da UNICEF, pois Mariza é, desde 2005, embaixadora da boa-vontade da organização humanitária.
O espectáculo seguiu o alinhamento do novo disco, com ‘Já me Deixou’ a abrir e ‘Morada Aberta’ a encerrar, deixando Mariza para os encores alguns temas conhecidos – e de sucesso - do seu repertório, nomeadamente ‘Rosa Branca’. Para a acompanhar em palco, estiveram a cantora Concha Buika (em ‘Pequenas Verdades’) e o cantor e compositor cabo-verdiano Tito Paris (em ‘Beijo de Saudade’), além dos músicos Laurent Phillipe e Javier Limón, o qual assegurou a produção de ‘Terra’, gravado em Lisboa e em Madrid.

Mariza - Início da digressão para 11 mil pessoas

Fonte:Diário de Notícias, 22 de Junho de 2008


Onze mil pessoas assistiram ontem à noite na Monumental de Santarém ao espectáculo que deu início à digressão mundial de Mariza.

O palco redondo montado no centro da arena da maior praça de toiros do País só voltará a ser visto em espectáculos nos recintos ao ar livre, uma vez que a estrutura foi criada propositadamente para este concerto. A estrutura, em forma de um globo azul, é uma referência directa ao novo álbum, Terra, que será lançado no dia 30.

Na noite mais curta do ano, que celebrou o solstício e o início do Verão, o ambiente foi de consagração de Mariza. Na arena de Santarém, a noite esteve fresca e estrelada, mas valeu o caloroso público que não poupou aplausos à fadista. Apesar do atraso de três quartos de hora no início do concerto, Mariza foi recebida na sua entrada em palco com uma ovação dos milhares de admiradores da artista, gritando entusiásticos "És linda!".

O alinhamento do espectáculo começou por privilegiar temas já conhecidas do público, que foi ao rubro ao som de Barco Negro, Cavaleiro Monge, Maria Lisboa ou Meu Fado Meu. Com a imensa plateia já cativada, seguiram-se as canções do novo e quarto álbum de Mariza, Terra, que até agora apenas tinha tido uma apresentação reservada no palco da Culturgest, em Lisboa, na passada semana. Estes novos temas foram muito bem recebidos, com destaque para Rosa Branca, o primeiro single do novo álbum, a merecer fortes aplausos. Um dos momentos altos do concerto contou com a participação do músico Tito Paris. Beijo de Saudade – que sela a participação do cabo-verdiano em Terra – e Dança ma mi Crioula uniram o fado a sonoridades africanas.

No final do espectáculo os 11 mil espectadores só deixaram Mariza despedir-se ao terceiro encore, em que puderam ouvir dois temas novos – Morada Aberta e, novamente, Rosa Branca – e o já consagrado Ó Gente da Minha Terra. Mariza fez-se acompanhar pelos músicos Diogo Clemente, à viola, Angelo Freire, na guitarra portuguesa, Ruben Alves, ao piano, Marino Freitas, na viola acústica, Viki, na bateria, e João Pedro Ruela, na percussão. O espectáculo foi filmado para o videoclip de promoção desta digressão mundial, que seguirá com um concerto na quinta-feira, dia 26, em Ponte de Lima.

Começou, pois, da melhor maneira esta digressão mundial de Mariza. Uma casa cheia para assistir a um espectáculo memorável, em que a voz da fadista fez vibrar a Monumental de Santarém.

Mariza na Monumental Celestino Graça - Santarém, 21 Junho 2008



Reportagem TV TEJO
www.tvtejo.com

Estou de volta...





Estou de volta à cidade!
Estive longe daqui por este dias juntos dos meus sogros!
Foi óptimo. Não tive preocupações com a comida, cozinhar e limpezas!
Foi um descanso! Eles são muito simpáticos comigo, não tenho razão de queixa! Até trouxe comida que me encheu a despensa e o frigorifico! Só não existe é mar!

Agora é a contagem para o dia 3 de Julho! Que tudo me corra bem!

sexta-feira, 20 de junho de 2008

A Etiqueta da Infertilidade

Existem boas chances de que você conheça alguém que luta com a infertilidade. Mais de 5 milhões de pessoas em idade fértil, nos Estados Unidos, passam por infertilidade. Ainda assim, como sociedade, estamos lamentavelmente mal informados sobre como dar o melhor apoio emocional às pessoas que amamos, neste período difícil.
A infertilidade é, realmente, uma luta muito dorida. A dor é parecida com o luto por perder um ente querido, mas é única, porque é um luto recorrente. Quando um ente querido morre, ele não vai voltar. Não há esperança de que ele irá voltar dos mortos. Devemos passar por todos os estágios do luto, aceitar que nunca mais se verá essa pessoa novamente, e seguir em frente com nossas vida.
O luto da infertilidade não é tão metódico. As pessoas inférteis ficam de luto pela perda de um bebé, que eles podem nunca chegar a conhecer. Elas ficam de luto pela perda de um bebé que teria o nariz da mamã e os olhos do Papá. Mas a cada mês, há a esperança de que talvez este bebé tenha sido concebido finalmente. Não importa o quanto eles tentem preparar-se para más notícias, eles ainda esperam que este mês seja diferente. Então, as más notícias chegam novamente, e o luto cobre o casal infértil mais uma vez. Este processo acontece mês após mês, ano após ano. É como ter um corte profundo que se abre novamente justo quando começava a cicatrizar.
Quando o casal decide seguir em frente com os tratamentos para infertilidade, a dor aumenta enquanto a conta bancária diminui. A maioria dos tratamentos para infertilidade envolve o uso de hormonas, que alteram o humor da usuária. Os testes são invasivos e envergonham os parceiros, e você sente que o médico assumiu o controle do seu quarto. E para todo este desconforto, você paga muito dinheiro. Os tratamentos para infertilidade são caros, e a maioria das empresas de seguro não cobre os custos. Então, além da dor de não conceber um bebé a cada mês, o casal tem que pagar algo, chegando até números de 5 dígitos, dependendo do tratamento utilizado.
Um casal eventualmente resolverá o problema da infertilidade de alguma destas três maneiras:
· Eles eventualmente conceberão um bebé. · Eles vão parar com os tratamentos de infertilidade e decidir viver uma vida sem filhos. · Eles encontrarão uma alternativa para ser pais, como a adoção.
Chegar a uma solução pode levar anos, então seu casal de amigos amado precisará de seu apoio emocional durante esta jornada. A maioria das pessoas não sabe o que dizer e, por isso, acaba dizendo a coisa errada, que apenas torna a jornada ainda mais difícil para seus entes queridos. Saber o que não dizer já é metade da batalha ganha para dar apoio:

NÃO lhes diga para relaxar
Todo a gente conhece alguém que teve problemas para engravidar, mas que finalmente conseguiu logo que ela “relaxou”. Casais que conseguem engravidar após alguns meses de “relaxamento” não são inférteis. Por definição, um casal não é diagnosticado como infértil até que tenha tentado sem sucesso engravidar por um ano completo. Na verdade, a maioria dos especialistas nem mesmo tratará de um casal por infertilidade antes que eles tenham tentado engravidar por um ano. Este ano é para excluir as pessoas que não são inférteis, mas apenas precisam “relaxar”. Os que sobram são verdadeiramente inférteis. Comentários como “apenas relaxe” ou “por que vocês não fazem um cruzeiro” criam ainda mais stress para o casal infértil, especialmente para a mulher. Ela sente que está a fazer alguma coisa errada, quando, na verdade, há uma boa chance de que haja um problema físico que a esteja impedindo de engravidar.
Estes comentários podem chegar a ponto do absurdo. Um casal passa por cirurgias, numerosas inseminações, tratamentos hormonais, e anos de médicos apertando e cutucando. Ainda assim, as pessoas continuam a dizer coisas como, “se você apenas relaxasse durante um cruzeiro...” A infertilidade é um problema médico diagnosticável que deve ser tratado por um médico, e mesmo com o tratamento, muitos casais NUNCA conseguiram conceber uma criança. Apenas “relaxar” não cura a infertilidade.
NÃO minimize o problema!
A falha em conceber um bebé é uma jornada muito dolorosa. Os casais inférteis estão cercados de famílias com crianças. Estes casais vêem seus amigos terem dois ou três filhos, e vêem estas crianças crescerem, enquanto voltam para o silêncio das suas casas. Estes casais vêem toda a alegria que uma criança traz para a vida de uma pessoa, e sentem o vazio de não serem capazes de experimentar a mesma alegria.
Comentários do tipo, "aproveite que você pode dormir até tarde... Viajar... Etc.” não oferecem conforto. Ao contrário, estes comentários fazem com que o casal infértil se sinta como se você estivesse minimizando a dor deles. Você não diria a alguém cujo pai acabou de morrer que ele deveria ficar feliz, pois não vai mais ter que gastar dinheiro com o presente de Dia dos Pais. Deixar de ter aquela obrigação, nem mesmo está perto de compensar a incrível perda de um pai ou mãe. Da mesma maneira, poder dormir até tarde ou viajar não fornece conforto a alguém que quer uma criança desesperadamente.
NÃO diga que há coisas piores que poderiam acontecer.
Nestes mesmos termos, não diga aos seus amigos que há coisas piores que poderiam acontecer do que o que eles estão passando. Quem é a autoridade final sobre qual é a “pior” coisa que poderia acontecer a alguém? É passar por um divórcio? Ver alguém querido morrer? Ser violada? Perder um emprego?
Pessoas diferentes reagem a diferentes experiências de vida de maneiras diferentes. Para alguém que treinou a vida inteira para participar das Olimpíadas, a “pior” coisa que poderia acontecer é um ferimento na semana anterior ao evento. Para alguém que deixou a carreira para se tornar uma dona de casa por 40 anos após o casamento, ver seu marido trocá-la por uma mulher mais nova pode ser a “pior” coisa. E para uma mulher cujo único objetivo de vida é amar e nutrir uma criança, a infertilidade pode sim ser a “pior” coisa que poderia acontecer.
As pessoas jamais sonhariam em dizer a alguém cujo pai acabou de morrer, "Poderia ser pior, seu pai e sua mãe poderiam estar mortos”. Tal comentário seria considerado cruel e não reconfortante. Do mesmo modo, não diga à sua amiga que ela poderia estar passando por coisas piores na vida do que a infertilidade.
NÃO diga que eles não foram feitos para ser pais.
Uma das coisas mais cruéis que alguém pode diszer é: "Talvez Deus não queira que você seja mãe”. Quão inacreditavelmente insensível é insinuar que seria uma mãe tão ruim, que Deus achou melhor me “esterilizar divinamente”. Se Deus estivesse no ramo da esterilização das mulheres no plano divino, você não acha que ele preveniria as gravidezes que terminam em abortos? Ou então não esterilizaria as mulheres que terminam por negligenciar e abusar de seus filhos? Mesmo que você não seja religioso, os comentários do tipo “talvez não seja para ser” não são reconfortantes. A infertilidade é uma condição médica, não uma punição de Deus ou da Mãe Natureza.

Abortos Espontâneos

Um desejo sublime
Hoje em dia, o desejo de ser pai e mãe não é o suficiente para que este se concretize. Cada vez mais, os casais encontram enormes obstáculos e dificuldades, até atingirem a meta final. A gravidez é um estado de graça que, para muitas mulheres, é difícil de alcançar. Para Ana Varizo, médica ginecologista obstetra, não restam dúvidas «uma das maiores causas de infertilidade é a idade materna.» São cada vez mais aqueles que fecham os olhos. Imaginam o quarto de bebé dos seus sonhos: um berço em madeira com os lençóis, imaculadamente brancos; ursinhos pendurados no berço, “cantando” uma melodia de embalar. O papel de parede que transpira paz e serenidade. E uma cadeira de baloiço, que aguarda a chegada do tão desejado rebento para oferecer o seu aconchego, nos momentos de ternura e paixão, que serão partilhados entre os pais e o bebé Existem inúmeros factores, que explicam este crescente contratempo e os principais são a idade e o stress. As mulheres querem engravidar cada vez mais tarde e vamos apanhar a curva da fertilidade em baixo, por volta dos 35 anos. «A natureza ainda não evoluiu nesse sentido», revela Ana Varizo. Em tom de brincadeira, a ginecologista afirma que «cada vez mais se está a chegar ao pai-avô e à mãe-avó.» De facto as mulheres dão prioridade à vida profissional e as situações de stress com que lidam diariamente são prejudiciais para a sua saúde. De acordo com Ana Varizo «o primeiro estímulo hormonal é o cérebro e o campo das emoções situa-se ao lado deste. Logo, as situações de stress prolongado ou emoções muito fortes podem bloquear o ciclo ovulatório da mulher.» Para a psicóloga Sónia Pereira, a ansiedade é negativa sobre vários aspectos. «A ansiedade é um factor complexo que pode afectar negativamente a capacidade de engravidar e pode originar abortos espontâneos ou partos prematuros. Esta afecta, também, o estilo parental adoptado pela mulher que teve dificuldade em engravidar ou que teve abortos espontâneos, levando à super protecção da criança.»

Porquê comigo?
São cada vez mais as mulheres que sofrem de infertilidade ou abortos espontâneos. Situações que afectam, negativamente, o lado emotivo e psicológico de qualquer ser humano. Sónia Pereira afirma que ao deparar-se com um aborto espontâneo ou com o diagnóstico de infertilidade, a mulher enfrenta momentos de sofrimento, difíceis de ultrapassar. Luísa Machado, mãe e com 27 anos, teve dificuldade em engravidar com 23 anos. Tinha sido alertada para o facto de as mulheres terem maior dificuldade em engravidar, sobretudo, na primeira gravidez, mas só quando se deparou, verdadeiramente, com essa situação, Luísa sentiu uma frustração muito grande, «estamos vinte e oito dias dependentes de um resultado para depois fazer o teste e a segunda linha voltar a não aparecer» Quando conseguiu engravidar, perdeu o bebé com três meses de gestação. «A sensação que se tem é que o mundo nos caiu aos pés, revoltei-me contra tudo e contra todos e surgiu a pergunta inevitável: porquê a mim? Surge, também, o medo, medo de não sermos capazes, medo de não conseguir aguentar o processo, outra vez...», confessa Luísa Machado. Os sentimentos podem até variar de mulher para mulher, mas todas elas são assoladas por uma revolta semelhante, uma frustração comum, quando são incapazes de procriar. Iracena Duarte admite haver uma sensação de desespero, vazio, «uma sensação de revolta, de chegar a pensar que a vida não tem valor.» Sónia Pereira revela que os sentimentos são diferentes quando uma mulher perde um filho ou quando é infértil. Nos casos em que ocorre um aborto espontâneo a mulher tem tendência para procurar apoio na esperança de engravidar novamente, porque o aborto espontâneo implica um luto penoso e sofrido, de um filho que não nasceu, mas que chegou a existir dentro da mulher. Já em situações de infertilidade, a psicologia humana é mais profunda, mais dramática. «Trata-se da perda associada à ideia de ser diferente das outras mulheres, por não ter capacidade de gerar um bebé. A mulher infértil sente-se incompleta. O corpo é encarado como algo defeituoso e menos feminino.», explica a especialista.

Educada para ser mãe
Um dos responsáveis pelo sofrimento psicológico da mulher com dificuldade em engravidar é a ideia preconcebida, no seio da na nossa cultura, de que a mulher serve para dar a vida, para procriar. A mulher é educada no sentido de se tornar mãe, por muito boa profissional que seja. Regra geral, as mulheres sentem que têm a obrigação de ter capacidade para gerar um filho. São educadas para a maternidade, praticamente, desde que nascem. A incapacidade de ter filhos gera não só culpabilidade como falta de auto-estima. Luísa Machado também partilha da mesma opinião «quer se queira quer não, as mulheres ainda são muito educadas na ideia de virem a ser mães e sentes que a tua vida não fica completa sem experenciares a maternidade.” Ana Maria Matos conseguiu engravidar após longas sessões de tratamentos e uma operação. Sofreu, também, um aborto espontâneo e os seus sentimentos em relação a essa perda são claros e comuns entre qualquer ser humano, seja este homem ou mulher. «O não ter filhos, ou ter dificuldades em os ter, é igual a ter uma doença, por exemplo, um cancro, a ter um filho com deficiências, ter um pai ou uma mãe com alzhaimer, ter um acidente e ficar preso a uma cadeira de rodas. Numa palavra trata-se, realmente, é de sofrimento.» A psicóloga Sónia partilha da mesma opinião «o sofrimento a que a mulher é exposta é semelhante ao que ocorre quando se perde alguém que se ama ou quando se recebe um diagnóstico de doença crónica.»

O apoio fundamental
Quando um ser humano sofre, seja psicológica ou fisicamente, o apoio e a força por parte dos que o rodeiam são, sem dúvida, essenciais. Alexandra Machado tem três filhos, dois do primeiro casamento e um do segundo. Nunca teve qualquer problema em engravidar dos dois primeiros filhos, era jovem e o nascimento de ambos foi planeado. Os problemas surgiram ao terceiro filho. Alexandra já tinha uma idade mais avançada para voltar a ser mãe: 40 anos. Sofreu três abortos antes de conseguir engravidar do Tomás. Foram perdas muito sofridas por todos e conta como o apoio da família e dos amigos é essencial, para uma melhor recuperação. Para Alexandra «os amigos e a família foram fundamentais na força e esperança que sempre nos deram.» Sónia Pereira revela que, a maioria das vezes, a família ou amigos do casal com dificuldade em ter um filho, não sabem como reagir. Muitos familiares podem ter dificuldade em lidar com a situação. Não sabem se devem aproximar-se ou se devem manter distância. Para a especialista, a solução passa mesmo pelo casal, que deve falar do assunto abertamente, sem preconceitos, para que todos fiquem à vontade com a situação «a pessoa que tem o problema de infertilidade poderá conversar abertamente com eles. Poderá mostrar-lhes o quanto necessita deles para conversar e para partilhar sentimentos e medos. Todos os que estão preocupados ficarão agradecidos em saber que podem fazer algo útil.» Numa relação, o homem e a mulher também se devem apoiar mutuamente, principalmente, nestas fases mais complicadas. «As mulheres que têm um relacionamento mais próximo e de maior confiança com o seu companheiro, tendem a adaptar-se e ajustar-se melhor à infertilidade», afirma Sónia Pereira. Nunca é de mais lembrar que é importante que o investimento na relação não seja descurado, neste momento difícil. O casal deve investir ainda mais no diálogo, no interesse pelas necessidades e pelo bem-estar do outro, na partilha do sofrimento. O problema agrava-se quando as relações sexuais se tornam uma obrigação, sem qualquer prazer para a mulher. «A sexualidade deixa, muitas vezes, de ser fonte de prazer e transforma-se apenas num meio para atingir um fim, que é sempre incerto e imprevisível.», conclui Sónia Pereira.

Mulher vs homem
Desde os primórdios da humanidade, o homem e a mulher apresentam características físicas e psicológicas divergentes, desde o pensamento, à maneira de agir, de lidar com situações semelhantes, até às relações e sentimentos. Assim, não é de admirar que, em relação a este tema, o sexo masculino e o feminino sejam tão diferentes nas reacções e modos de pensar. Sónia Pereira demonstra, claramente, o modo como a mulher e o homem lidam com uma situação de aborto ou de infertilidade. Ambos sentem essas mesmas experiências de forma diferente. As mulheres, geralmente, exprimem mais abertamente os seus sentimentos, falando da perda e procurando apoio nos amigos e familiares. Já com os homens as coisas são bem diferentes. «A sociedade espera que os homens sejam mais fortes, que escondam o choro e o sofrimento.», declara a psicóloga. Por esta razão, o homem sente a dor de forma mais solitária, pelo que têm menos tendência para desabafar com amigos, procurar grupos de auto-ajuda e iniciar uma psicoterapia. A diferença é clara aos olhos de qualquer pessoa: «Enquanto as mulheres manifestam a dor chorando, os homens têm tendência a virar-se mais para o trabalho, evitando pensar no assunto.», conclui a especialista. Este foi o cenário que Luísa Machado sentiu ao tentar engravidar «acusava o meu marido de não me dar o apoio que eu necessitava e de estar a ser muito despreocupado em relação ao que se estava a passar connosco. Mas depois percebi que ele estava a ser muito carinhoso e que estava a sofrer tanto como eu, apenas não o demonstrava para que eu contasse com a força dele.» A maneira de pensar chega a ser tão contrária que pode gerar conflitos na relação do casal. Para a mulher, o distanciamento do homem cria a sensação de estar a ser abandonada, pensando que sofre sozinha. Por outro lado, as manifestações claras de sofrimento da mulher (choro, tristeza, apatia), podem fazer com que o homem tema que a sua companheira esteja demasiado centrada no desejo de engravidar e não consiga ultrapassar este sofrimento.”

Ter um filho é a melhor coisa do mundo
A questão que se coloca é a seguinte: será que todo o esforço e sofrimento, pelo qual passamos, serão recompensados com o nascimento de um filho? A resposta de todas as mães, com um sorriso nos lábios, foi unânime: não há dúvida de que ser mãe é a melhor coisa do mundo. Todo o esforço e luta valem a pena para alcançar esta vitória. Alexandra Machado afirma que «o resultado final é uma coisa maravilhosa, que nos enche de tudo o que a vida tem de mais sublime.» «A mensagem principal que tento sempre passar é que não devem desistir. Se o desejo de ter filhos é algo central nas suas vidas, então devem lutar por isso, mesmo que esta luta pareça infindável e difícil de ganhar», afirma Sónia Pereira.

Fonte: Alexandra Barnstorf - Jornalista

Cem fetos morrem todos os anos em Portugal por amniocenteses evitáveis

Por ano, morrem em Portugal cerca de cem bebés saudáveis. É o preço a pagar pela realização de amniocenteses recomendadas às grávidas depois dos 35 anos. Uma política, diz Kypros Nicolaides, especialista do King's College de Londres, "completamente errada". Até porque existe um rastreio fiável, sem implicar perdas de bebés, e eficiente que pode ser realizado às 12 semanas. Com vantagens, diz o especialista, para o bem- -estar da mãe.
O tema esteve este fim-de-semana em destaque em Braga, onde o especialista da instituição britânica falou para mais de 200 profissionais num encontro da Associação Nacional de Diagnóstico Pré-Natal (ANDPN). As estimativas existentes para a realização de amniocenteses por idade materna apontam, explica Nuno Montenegro, um dos membros da ANDPN, para cerca de 15 mil por ano. O risco de abortamento provocado por este exame é de 1% e, se pelo menos dez mil forem realizadas, isso significa que cem gravidezes terminam apenas porque a mãe tem mais de 35 anos. Em Portugal, em cada ano, nascem cerca de cem mil crianças.
O rastreio bioquímico é feito em Portugal, assim como a ecografia morfológica, mas isso depende da vontade da grávida e do profissional que a acompanha. Porque Portugal, explica Nuno Montenegro, director do Serviço de Obstetrícia do Hospital de S. João, tem apenas duas circulares da Direcção-Geral da Saúde, uma das quais dos anos 90, onde se recomenda a realização de amniocenteses a mulheres com mais de 35 anos. Mas esta é uma recomendação médica completamente ultrapassada, explica Kypros Nicolaides.
"Há mais de 15 anos que se sabe que um exame ecográfico realizado às 12 semanas, que avalie a translucência da nuca, a face e o nariz, detecta 80% dos casos de síndrome de Down", adianta o especialista. Quanto a esta ecografia se junta o rastreio bioquímico ao sangue materno na mesma altura, a taxa de detecção ultrapassa os 90%. Usando a idade materna apenas como uma indicação para amniocentese, só se detecta, no máximo, metade dos casos.
Ou seja, diz Nicolaides, quando, "dentro de três anos, Portugal tiver 20% de grávidas com mais de 35 anos, serão realizadas 20 mil amniocenteses para detectar cem casos de trissomia 21". Mas se todas as grávidas fizerem o rastreio bioquímico e a ecografia, "só serão realizados apenas dois mil exames invasivos, para confirmação de diagnóstico, e detectados 190 casos de síndrome de Down".
Com a vantagem de que não se tornam "todas as mulheres com mais de 35 anos em grávidas neuróticas, porque são velhas, que têm de esperar até à 16.ª semana, quando a gestação é bem evidente, para realizar a amniocentese, e no caso de ser detectado um problema fazê-la passar por um abortamento que é um trabalho de parto", diz. Às 12 semanas, "com uma fotografia" ecográfica pode descansar-se as futuras mães ou, em caso de problemas, fazê-las passar por uma interrupção menos agressiva. O que o País precisa, referiu o especialista, é de uma decisão política, que determine a realização do rastreio e da ecografia a todas as grávidas, que detectam também outras anomalias cromossómicas. Nuno Montenegro garante que os hospitais do sistema nacional de saúde estão preparados. Mas faltam orientações da tutela e auditorias aos centros. "Actualmente, todas as unida- des podem fazer tudo e não há uma estratégia. O que temos é desperdício e não despesa", garante.|

Fonte: in www.dn.pt

Soja pode prevenir o cancro de ovário

O cancro de ovário é um dos tumores mais comuns do aparelho reprodutor feminino. Costuma manifestar-se em idades mais avançadas (usualmente após a quinta década de vida), e está associado com alta mortalidade, quando identificado em estágios tardios. Alguns factores de risco para o seu surgimento são a presença de tumor ovariano em familiar de primeiro grau, exposição a radiações e medicamentos quimioterápicos, entre outros.
Um composto isolado presente na dieta, pode contribuir para a prevenção de cancro ovariano: as isoflavonas.
Quem revela isto é um grupo de pesquisadores que escreveu um estudo na revista American Journal of Epidemiology, em 2007. Na pesquisa foram incluídas 97.275 mulheres, as quais receberam acompanhamento por um período de um ano.
A isoflavona é encontrada em alta concentração na soja e em seus subprodutos .Os resultados do estudo demonstraram que as mulheres que consumiam mais de 3mg por dia de isoflavonas, apresentaram um risco bem menor de desenvolver tumor ovariano, em comparação com as mulheres que revelaram consumo menor que 1 mg ao dia deste composto.
O consumo de outras vitaminas e substâncias antioxidantes, não se correlacionou com aumento ou redução do risco de desenvolvimento de cancro de ovário.
Assim, os autores concluem que o consumo regular de alimentos contendo isoflavonas deve ser estimulado, sobretudo dentre as mulheres que estão sob maior risco de apresentar tumor ovariano.
Fonte: American Journal of Epidemiology

Café, em moderação, não afecta gestação

Mulheres que bebem um volume moderado de café durante a gravidez não trazem riscos para o seu bebé, indicou um estudo feito na Dinamarca e que deverá tranquilizar muitas gestantes.
De acordo com pesquisa anterior, o grande consumo de cafeína poderia levar a um aumento do risco de parto prematuro ou do nascimento de um bebé pequeno.
Mas a pesquisa, divulgada no British Medical Journal, descobriu que não há diferença entre mulheres que ingerem quantidades moderadas de café com cafeína ou descafeinado.
As gestantes britânicas são aconselhadas a não consumir mais de 300 miligramas de cafeína por dia.
Isto corresponde a três xícaras de café instantâneo, seis xícaras de chá ou oito latas, com 40 miligramas, de bebida tipo Coca-Cola ou oito barras de 40 miligramas de chocolate.
O órgão do governo britânico para alimentos diz que uma barra de chocolate, três xícaras de chá, uma lata de bebida tipo Coca-Cola ou uma xícara de café instantâneo num dia ficaria dentro do limite de 300 miligramas.

Fonte: da BBC, em Londres

Projecto Artémis presta apoio a vítimas de aborto espontâneo

As mulheres que passam por um aborto espontâneo têm dificuldade em ultrapassar a dor provocada pela situação e vivem em constante ansiedade quanto a uma gravidez futura.
A associação Artémis presta apoio a mulheres que tiveram abortos espontâneos e nasceu da necessidade da presidente encontrar respostas para esta situação. Manuela Pontes passou, por duas vezes, por gravidezes não evolutivas, ou seja, 2 abortos espontâneos.
A presidente da associação explicou, em primeiro lugar, que “num primeiro tempo as causas não são conhecidas, aborta-se e os médicos nem conseguem encontrar a causa específica do aborto” e adiantou que “normalmente dizem que são erros genéticos, cromossomáticos e que a gravidez não é compatível com a vida, que o próprio organismo trata de não a deixar evoluir e expele”.
A dor aliada à necessidade de conhecer casos semelhantes e à inexistência de estruturas de apoio a estas mulheres, levou-a a criar a Artémis. A presidente da associação fala da importância de fazer o luto e diz que “a primeira coisa que nos ocorre quando perdemos um bébé é que a culpa é nossa, nunca assumimos que a culpa é de uma natureza ou de causas extrínsecas a nós” e acrescenta que “é bom fazer o luto para que o próxima gravidez seja vivida plenamente”.
Depois de um aborto “é importante que haja acompanhamento porque a nível subconsciente é muito importante sentirmo-nos seguras, é preciso acreditar do princípio ao fim” afirma Manuela Pontes que é hoje mãe de uma menina.
A Artémis dispõe de apoio através de um psicólogo e de uma linha telefónica gratuita, disponível 24 horas por dia, através do 918 410 208.O projecto está também na internet em associacaoartemis.com

FONTE: Rádio Nova Antena

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Vou de fim-de-semana fora!

Vou passar este fim-de-semana na terrinha do meu marido, junto dos seus pais! É necessário desanuviar um pouco desta cidade, tanta confusão.

Não é que pense sempre mas o dia 3 de Julho está aproximar-se a passos largos! Já faltou mais! Estou com um pouco de ansiedade, com tudo o que se irá passar!

Só quero pensar que tudo será para meu bem e para eu conseguir concretizar o meu grande sonho e objectivo, ser mamã!

Depois de passar estes dias post'o aqui algumas fotos da terrinha!

Adeus Euro






Portugal perde com Alemanha por 3-2. Marcou o Nuno Gomes e o Helder Postiga.
Com o estádio Stx Jakobs lotado, Portugal entrou em campo com o mesmo onze que vencera a República Checa na fase de grupos do Euro 2008. A Alemanha a jogar em casa com 80% da lotação do estádio com os seus adeptos não deixou Portugal fazer o seu jogo usual.
Aqui em casa foi um jogo de nervos, situação semelhante aquando do Euro 2004. Foi mesmo mesmo enervante até ao último minuto. Acreditamos que seria possível quando o Postiga marca o segundo golo aos 87 minutos. Mas enfim, ficámos por aqui. O Euro continua mas sem qualquer emoção para nós, Portugueses.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Entrevista a Mariza


"A VOZ NÃO É UM CRISTAL. FICO CONTENTE SE SE SUJAR"

Há palavras que Mariza não gosta ou não diz. Não diz que é "fadista". Isso cabe aos outros dizer. É cantadeira, tem sete anos de "percurso" e não de "carreira" e aprendeu que ser "vadio" não é defeito quando aplicado ao fado. Vai lançar Terra, o mais internacional dos seus álbuns.

No início da sua carreira pediu para não lhe chamarem fadista porque não era fadista. Passaram sete anos e muita coisa aconteceu consigo. Continua a pensar o mesmo?

Aprendi no meu bairro que ser chamado de fadista é um grande elogio. Na Mouraria, quando alguém diz "Ah! fadista! tanto pode estar a referir-se ao fadista que canta como a uma forma de viver, um modo de estar, por mais que não cante. Há um comportamento em que tudo transpira e respira fado. Há várias formas de ser fadista. Não tem nada a ver com machismo ou marialvismo. É um elogio. Não me chamo a mim própria de fadista. Se alguém o fizer está-me a elogiar.

Se fosse anónima e passasse na Mouraria, corria o risco de ser chamada de fadista?

É o público que decide. Tento fazer o melhor que sei, tentando respeitar as bases e as tradições e aquilo que aprendi; tentando, ao mesmo tempo, respeitar a cultura onde cresci, a língua portuguesa, cantando os poetas portugueses e elevando cada vez mais a música que faço. São as pessoas que escolhem se sou ou se não sou fadista.

Mas dizia que podiam chamar-lhe cantadeira...

Isso acho bonito, muito bonito, porque cantadeira é uma pessoa que canta as suas emoções, os seus sentimentos, pode estar ligada ao fado e ao mesmo tempo ter outras influências musicais. Cantadeira é um nome lindíssimo. Cresci no meio do fado, respiro fado, a minha pele transpira fado. Comecei a cantar fado muito pequena, com cinco anos, a ver o ambiente do fado, até aos vinte, vinte e tal anos, depois afastei-me um pouco, fui viver para o Brasil e sentir outras sonoridades e tentar perceber um pouco mais o que eram os ritmos africanos. Tenho uma mãe africana e nasci em Moçambique, mas posso-me considerar cantadeira porque acho que cantadeira é um transporte da música que faz.

Parece ter muito cuidado com as palavras que escolhe para se definir. Prefere, por exemplo, falar destes sete anos como um percurso em vez de dizer que tem uma carreira.

Carreira faz-me sempre lembrar um autocarro qualquer. Talvez quando eu tiver 60 anos e estivermos a conversar talvez eu diga "na minha carreira", mas não me parece. Não gosto muito da palavra. Acho pesado. Gosto mais de dizer percurso porque é um percurso que se faz, uma caminhada. De carinho, de paixão. As pessoas às vezes acham que se ganham mundos e fundos com esta vida...

Não se ganha?

Dá para viver melhor, mas não é nível da Madonna ou da Shakira que têm jactos privados e quando acabam um concerto metem-se no avião e seguem para outro sítio e instalam-se num hotel de cinco estrelas. É uma escala completamente diferente. Não tenho esses luxos. É viver normalmente, apanhar o voo comercial normal, andar muitas vezes em classe turística, acabar o concerto e deitar à uma da manhã e às dez sair do hotel e apanhar um voo porque temos concerto nesse dia e apanham-se dois ou três voos comerciais e chega-se ao sítio do concerto. Tem de ser com muita paixão.

Como se prepara para uma tournée?

Como um atleta de alta competição se prepara para uma prova. Há muita exigência física, psíquica. Vou estar muito tempo longe da família, dos amigos

Tem cuidados especiais?

Não. Faço o que toda a gente faz. Bebo água gelada...

Fuma?

... Não. Às vezes se estiver com stress, mas não sou fumadora. Se fumar um cigarro por mês...

E essa boa forma física passa por idas ao ginásio?

Não. Não nasci para sofrer. Passa por ter horas para dormir já que ter horas para comer é impossível, mas saber que tenho de dormir x horas e beber muita água e muito chá. São esses os únicos cuidados. O resto tem de ser feito de forma natural e o corpo tem de se habituar.

E a voz, como se trata?

Com água e chá. A voz não é um cristal. Vou tratá-la de forma normal para se habituar a todos os tipos de clima e de coisas que podem acontecer, senão ela não aguenta.

E a voz vai mudando. Já notou diferenças na sua?

Já, desde o primeiro disco até este há grandes mudanças. Quando ouço o primeiro disco pareço uma menina de 15 anos a cantar. Hoje quando me ouço já sinto uma voz mais...

Vai-se sujando, a voz?

Se ela se sujar vou ficar contente. Gosto de vozes roucas, sujas. Vozes limpas, custam-me um bocadinho.

Entrevista: Isabel Lucas
in Diário de Notícias | 17 de Junho de 2008

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Madredeus: regresso ao trabalho



Fonte: Correio da Manhã:Miguel Azevedo/Vanessa Fidalgo

Escolhida nova voz e trabalho em novo material
Madredeus: regresso ao trabalho

Pedro Ayres Magalhães e Carlos Maria Trindade, os dois ‘sobreviventes’ do projecto Madredeus, estão já a trabalhar em material para um novo disco, ao mesmo tempo que seleccionam novos músicos e vozes para o grupo.
Neste momento estamos em ‘workshop’ de composição, numa fase ainda muito experimental e para a qual estamos a trabalhar com vários músicos e cantoras', adiantou à Vidas Carlos Maria Trindade.
Quanto ao lugar deixado vago por Teresa Salgueiro, em 2007, ainda não há certezas: 'Estamos a trabalhar com vários cantoras e ainda em processo de formação, mas nada está decidido. Ainda não estamos centrados numa única pessoa', avançou o músico.
Certo é que destas sessões de ‘treino’ poderá já sair algum do material para incluir no próximo disco dos Madredeus, ainda sem data precisa de edição. 'A vertente da composição está a ser desenvolvida, mas ainda é cedo para saber quando vai sair o disco. Algumas das ideias que estão em cima da mesa poderão vir a ser aproveitadas', afirmou.
Os Madredeus, grupo português que mais projectou o nome de Portugal no Mundo, não editam um novo registo de originais desde 2005.

Portugal perdeu com Suíça




Portugal perdeu este domingo com a Suíça (0-2), no último jogo da Grupo A do Campeonato Europeu de Futebol, que decorre na Suíça e na Áustria.
Com uma equipa completamente renovada, apenas três jogadores que actuaram nas duas primeiras partidas, Portugal entrou mais forte e mais pressionante, mas o guarda-redes suíço tomou conta do recado.
A Suíça conseguiu recuperar no terreno e criar mais oportunidades. Portugal ficou encostado no seu meio-campo e foi a vez de Ricardo brilhar.
No segundo tempo, a Suíça entrou melhor. A equipa portuguesa não conseguiu criar alternativas e acabou por sofrer o primeiro golo aos 71 minutos por intermédio de piquete.
Empolgada com o golo, a Suíça alargou a vantagem aos 83 minutos. Chamado a converter uma grande penalidade, Yakin não perdoou.
Este jogo não produziu qualquer alteração na tabela clasificativa do Grupo A, em que Portugal é primeiro com seis pontos e a Suíça, após duas derrotas e zero pontos, está fora dos quartos-de-final.

Fonte: Correio da Manhã

Tenho andado a postar os resultados de Portugal, pois também sigo o desempenho que eles estão a fazer. O objectivo deste blog é ir percorrendo o que vou passando na minha vida. Claro que tendo não só pensar na minha situação actual, mas vou tentando abstrair-me um pouco com outras coisas. É por isso que posto aqui estes resultados de Portugal!
Boa Sorte Portugal!

Vamos esperar pelo próximo adversário que talvez será a Alemanha na próxima quinta-feira!

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Euro 2008 Portugal 3 - República Checa 1






Portugal venceu a Républica Checa e passa aos Quartos de final. Portugal e República Checa abriram a segunda jornada do Grupo A no Euro 2008. Com um longo historial entre as duas equipas Scolari não mexeu no onze inicial que derrotou a Turquia no primeiro jogo. Scolari vai sair da Selecção Portuguesa e vai treinar o Chelsea em Inglaterra. Uma triste noticia para quem gosta da nossa equipa. Que tudo lhe corra pelo melhor. Aguardamos por noticias sobre o novo treinador, talvez só no fim do Euro.

Portugal realizou uma excelente segunda parte e voltou a vencer no Europeu, frente a um adversário muito mais forte do que a Turquia, com Ronaldo a aparecer ao melhor nível, com sete remates, um golo e duas assistências. Mas Deco (bem como Pepe) confirmou a exibição da estreia e muito contribuiu para a fluência e fortaleza do colectivo.
Com um golo de Deco aos 8’, a aproveitar uma insistência de Ronaldo dentro da área num raríssimo momento de atrapalhação da defesa ‘italiana’ dos checos, parecia que Portugal ia embalar para nova vitória. A República Checa não seria, afinal, muito diferente da Turquia?
A resposta não tardou. Com menos altura (Koller de fora) e mais talento (Baros), os checos vieram para a frente, pressionaram, ganharam dois cantos e chegaram ao golo – apenas o terceiro de bola parada em todo campeonato com Sionko a antecipar-se a Petit e aproveitar a hesitação colectiva.
Em termos ofensivos a Rep. Checa praticamente morreu com o lance do golo e passou a concentrar-se em barrar a iniciativa lusa – particularmente a Ronaldo, que privilegiava o jogo interior, deixando as margens para Moutinho e Deco, numa estratégia que tirou preponderância aos centro-campistas, mas manteve a esmagadora posse de bola (sempre na ordem dos 60%). Ronaldo começou a aparecer nos últimos momentos do 1º tempo, mas a inevitabilidade dos remates de longa distância, dado o isolamento total de Nuno Gomes, facilitava a vida a Cech.
Após o intervalo, graças à maior mobilidade de Nuno Gomes, começou a conseguir penetrar na área e as situações de golo repetiram-se até que aos 63’ Deco colocou a bola no local e na medida exactos para um remate frontal de Ronaldo. O jogo estava ganho, apesar da entrada de Koller, porque à parte uns ligeiros assomos os checos há muito tinham abdicado de tentar um ataque compacto, com medo da represália. Pelo segundo jogo consecutivo, Portugal marcaria um golo adicional, oferecido por Ronaldo a Quaresma, novamente com mérito de Deco na espontaneidade da marcação do livre.

POSITIVO: RONALDO ESTÁ LANÇADO

A ansiedade de Ronaldo por um golo, por uma exibição, por um reconhecimento, já estava a passar para os portugueses em geral. Só podia ser ele a resolver a dúvida e a sacudir a pressão da comparação com outras estrelas do Euro. Apesar do individualismo, está lançado.

NEGATIVO: FRAGILIDADE NOS CANTOS

Num campeonato onde têm sido raros os golos de bola parada, a defesa nacional foi batida de forma demasiado fácil num pontapé de canto, com Ricardo a hesitar entre ir ou em ficar. Na segunda parte foi mais decidido, mas deixando sempre uma marca de imprecisão neste tipo de jogadas.

O ÁRBITRO: OLHOS CLÍNICOS

Mais uma vez uma equipa portuguesa ganhou com Kiros Vassaras, espécie de árbitro-talismã, muito bem auxiliado. Dois dos golos de Portugal, o primeiro e o último, foram alcançados no limite do fora-de-jogo – e nem sempre os auxiliares permitem lances destes. Apenas lhe escapou, disciplinarmente, o abuso faltoso de Matejovsky.

EQUIPA DE PORTUGAL

Desta vez a Selecção foi obrigada a sofrer. Sentiu dificuldades a entrar na defesa checa e errou de mais atrás. Mas no final Scolari saiu sorridente e seguro de que no banco existem boas alternativas

Mais uma vez uma equipa portuguesa ganhou com Kiros Vassaras, espécie de árbitro-talismã, muito bem auxiliado. Dois dos golos de Portugal, o primeiro e o último, foram alcançados no limite do fora-de-jogo – e nem sempre os auxiliares permitem lances destes. Apenas lhe escapou, disciplinarmente, o abuso faltoso de Matejovsky.

Fonte:Correio da Manhã

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Convite


A Associação convida todos os seus amigos, associados e conhecidos para a apresentação da obra Pacto de Silêncio

Projecto Artémis

domingo, 8 de junho de 2008

Almoço Convivo - Projecto Artémis

Dia 14 de Junho de 2008 irá realizar-se um encontro de âmbito Nacional da associação Projecto Artémis. Este encontro visa não só promover a amizade entre todos quantos fazem parte desta associação, mas também fortalecer os laços de solidariedade à causa
Este encontro será realizado na cidade de Coimbra e contará com a seguinte estrutura e dinamização:

Local de encontro: Mata do Choupal
Horário de Chegada: 11:30

Actividades a desenvolver:
Alomoço Convívio (Pic-Nic)

Sessão de Musicoterapia (Drª. Gisela Teixeira)

Troca de Mensagens

A lista para o Pic-Nic é a seguinte:

Comidas e quantidades

Quiche de legumes - 2
Quiche de atum - 2
Quiche de carne - 2
Empadas - 20
Rissóis - 20
Croquetes - 20
Panados - 20
Ovos verdes - 20
Frango assado - 5
Batatas fritas normais - 3
Batatas com sabor - 2
Pão e/ou broa - 8

Bebidas

Coca-cola - 3
Sumo Laranja - 3
Sumo maçã - 3
Ice tea - 3
Sumol Ananás - 3

Sobremesas

Bolo Chocolate - 1
Pão de Ló - 1
Torta de laranja - 1
Tarte de amêndoa - 1
Salame de chocolate - 1

É preciso que confirmem a vossa presença para sabermos se estas quantidades são suficientes.
Inscrevam-se pelo Forum de apoio ou pelo e-mail: projecto.artemis@iol.pt

Um Bem haja
Projecto Artémis

Pessoa Colectiva de Utilidade Pública
Sede: Rua Monsenhor Airosa, nº 65, Sº. Lázaro 4700 - 102 Braga
N.º de Identificação Fiscal 507 54 94 90
NIB: 0036 0101 99100036132 19 do Montepio geral
E-mail: projecto.artemis@iol.pt
site: www.associacaoartemis.com

Chegou a febre do Euro 2008






Começou hoje o Euro2008. Nós vimos o jogo em casa com o amigo francês do meu marido.Foi sofrer até ao fim, mas valeu a pena. Portugal venceu a Turquia com golos de Pepe e Raúl Meireles.
Dominámos e fomos melhores que a Turquia. A vitória por 2 – 0 é merecida embora, a Turquia se tenha mostrado perigosa em alguns lances.
Vamos Torcer por Portugal.

Venham agora os checos na quarta-feira!

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Concerto de Madonna em Lisboa está esgotado


Está esgotado o concerto da cantora norte-americana Madonna em Portugal, a 14 de Setembro, no Parque da Bela Vista em Lisboa, anunciou hoje a promotora.
Segundo a Everything is New, os 75 mil bilhetes disponíveis para o concerto foram vendidos em apenas seis dias a um preço único de 60 euros.

Apesar do recinto ter capacidade para cerca de 90 mil pessoas, a promotora garantiu à agência Lusa que não está prevista a venda de mais bilhetes para o concerto, esgotado com três meses de antecedência.

Esta é a terceira vez que Madonna actua em Portugal, mas a primeira ao ar livre.

O concerto de Setembro realiza-se quatro anos depois da estreia de Madonna em Portugal, em dois concertos esgotados no Pavilhão Atlântico.

Em 2005 regressou para actuar na entrega dos prémios europeus de música da MTV, em Lisboa.

O concerto de Setembro faz parte da sua nova digressão, intitulada «Sticky and Sweet», assente nas canções do álbum «Hard Candy», disco de ouro em Portugal (10.000 unidades).

Diário Digital / Lusa

quarta-feira, 4 de junho de 2008

terça-feira, 3 de junho de 2008

Privados abrem unidades dedicadas à infertilidade

Fonte: Diário de Notícias

Os principais grupos privados de saúde vão investir na área da procriação medicamente assistida (PMA). É esse o caso dos Hospitais Privados de Portugal (HPP) e do grupo Espírito Santo Saúde (ESS), que estão a estudar a abertura de duas a quatro unidades. O crescimento da procura de tratamentos para a infertilidade é a principal razão apontada pelos operadores para a entrada no sector. Já a assinatura de protocolos com o Estado interessa ao sector, mas não motiva o investimento.
Luís Vasconcelos, administrador dos HPP, disse ao DN que "esta é uma área que interessa ao grupo". A legislação que regula os requisitos e critérios para avançar com a criação destas unidades foi ontem apresentada. "Prevemos abrir uma a duas unidades até ao final do ano em Lisboa", afirmou. A decisão "já está em estudo há dois anos e apenas tem a ver com o crescimento da procura". O grupo esteve à espera da legislação para poder agir de forma adequada e admite "interesse em negociar acordos com o Estado. Com a nova decisão do Governo de apoiar as pessoas, é necessária uma resposta mais rápida e isso não acontece no sector público", argumenta.
Já Isabel Vaz, administradora da ESS, reiterou o interesse estratégico da área da infertilidade: "Tem interesse como complemento à área da medicina da mulher no Hospital da Luz e da Arrábida", frisa. O aumento da procura é também o motor deste projecto. "Já temos encaminhado casais para outras clínicas, em regime de outsourcing, e temos sentido alguma pressão para o fazer, mesmo por parte das equipas de ginecologia e obstetrícia,". Por enquanto, a questão está a ser analisada e por isso não há um prazo para a abertura das unidades, "mas já temos equipas disponíveis e preparadas para o fazer".
A José de Mello Saúde não vai ao encontro da concorrência. Uma fonte do grupo explica que "a PMA é uma área que não tem interesse estratégico, até porque é contrária ao código de ética da José de Mello Saúde". O código dita que é vedada aos profissionais a prática da PMA, esterilização definitiva e aborto, uma área que por razões ligadas ao respeito pela vida humana nunca integrou a estratégia do grupo.
Durante a apresentação do documento que dita as regras dos centros, o presidente do Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida, Eurico Reis, afirmou haver mais clínicas interessadas neste sector, "uma delas já a tratar dos requisitos". Espera-se que, "dentro de um ano, todas as unidades estejam adaptadas às novas regras", frisa.

Caminhada pela Fertilidade

Caminhada pela Fertilidade: Esperada 'mancha de gente' na Marginal
16-05-2008
Fonte :Lusa
A primeira Caminhada pela Fertilidade realiza-se no Dia da Criança, a 01 de Junho, na Marginal de Oeiras, onde a Associação Portuguesa de (In)Fertilidade espera reunir uma "mancha de gente" e alertar para a luta dos casais inférteis.
Filomena Gonçalves, da Associação Portuguesa de (In)Fertilidade, revelou à Lusa que o evento visa "sensibilizar a população portuguesa para as questões da fertilidade".
Para tal, a associação espera reunir uma "mancha de gente" na Marginal de Oeiras durante uma caminhada que começa junto à estação ferroviária de Caxias e termina no Jardim de Paço de Arcos.
A associação convida a população em geral para o evento, que se realiza no Dia da Criança, coincidência que "calhou bem".
"O que nós almejamos é ser pais e termos uma criança", disse Filomena Gonçalves, para quem esta caminhada tem como convidados especiais os casais que "passam ou já passaram pelo problema da infertilidade".
Segundo Filomena Gonçalves, a infertilidade ainda é um tema pouco discutido na sociedade portuguesa. "O doente infértil ainda é muito estigmatizado e considerado menos capaz, limitando a sua discussão sobre o tema na comunidade [de casais inférteis] e não para o exterior".
"Queremos dar a cara e dizer a quem pode ajudar - o Ministério da Saúde - que existimos, estamos aqui e precisamos de ajuda", afirmou.
A caminhada realiza-se no primeiro dia de Junho, Mês Internacional da Fertilidade, e insere-se no âmbito de uma campanha nacional que a Associação Portuguesa de (In)Fertilidade está a realizar e que visa sensibilizar as pessoas que se deparam com a impossibilidade de engravidar para a necessidade de consultarem um especialista.
Para tal, a associação vai distribuir informação escrita nos centros de saúde, recomendando a consulta de um médico especialista, quando a gravidez, ainda que desejada, não se concretiza.
"Esta informação destina-se aos casais que são seguidos eternamente nos centros de saúde, mas que não encontram uma resposta especializada", disse Filomena Gonçalves.
Dados desta organização indicam que, "embora não existam estatísticas específicas para Portugal, a generalidade dos trabalhos publicados refere uma prevalência [da infertilidade] de cerca de 14 por cento entre a população dos países ocidentais, o que corresponde a um em cada sete casais, um número que, segundo todas as projecções publicadas, tenderá a aumentar nos próximos anos".
A infertilidade é actualmente reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma doença e um problema global de Saúde Pública.

SMM.


02-06-2008

A Associação Portuguesa de Fertilidade realizou no dia 1 de Junho de 2008, a 1ª Caminhada pela Fertilidade, evento inédito entre nós, que contou com a participação de várias centenas de pessoas. Este foi o primeiro passo da Campanha Nacional pela Fertilidade, que se prolongará durante o mês de Junho, mês internacional da Fertilidade, com objectivo comum de informar os cidadãos e alertar o Estado para a importância dos problemas de fertilidade.
A 1ª Caminhada pela Fertilidade reuniu pela primeira vez em espaço público um número significiativo de cidadãos em Portugal, unidos em torno de um problema de saúde que, apesar de afectar cerca de 10 a 15 % da população, continua a ser tabú. Esta iniciativa da APFertilidade faz parte da comemoração do Mês Internacional da Fertilidade e integrou este ano o evento "Mexa-se na Marginal", organizado pela Câmara Municipal de Oeiras.
Num momento em que se apenas existem promessas de mais apoio e financiamento dos tratamentos de procriação medicamente assistida, Cláudia Vieria, presidente da Associação, lembra que “É urgente alertar e informar os cidadãos para este grave problema de saúde, porque o diagnóstico e acompanhamento dos doentes tem de ser mais célere. Não nos podemos esquecer que na infertilidade o tempo é um factor decisivo, sendo a idade motivo de exclusão em alguns tratamentos de medicina de reprodução no âmbito do próprio SNS. Não podemos permitir que estes doentes andem a perder anos sem ajuda especializada, até se aperceberem que é demasiado tarde para realizarem os seus projectos de vida.”
Esta foi apenas a primeira iniciativa de uma Campanha Nacional pela Fertilidade que terá lugar durante o mês de Junho. Na segunda fase desta Campanha está prevista a distribuição de folhetos e cartazes em todos os centros de saúde do país, informando os cidadãos sobre as principais causas da Infertilidade, a necessidade de diagnóstico e acompanhamento especializado, a importância da prevenção e ainda informações úteis sobre a Associação Portuguesa de (in)Fertilidade.
Ainda durante o mês de Junho a Associação pretende organizar uma petição para a instituição de um Dia Nacional da Fertilidade.

Fonte:APF

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Após o fim-de-semana e um concerto extasiante










Bem este fim-de-semana foi o Rock in Rio- Lisboa. Como o meu marido trabalha lá, arranjou-me um bilhete para ir ver o Bon Jovi no sábado.Que fixe. Encontrei umas amigas e estiveram comigo o concerto todo. Foi mesmo muito fixe, adorei, saltei imenso e fartei-me de cantar. Foram duas horas de concerto ,e mais uma vez,foi o máximo. Contemplar o Bon Jon foi também em cheio. Aqueles placards electrónicos eram excelentes, transmitiram tudo e como estavamos um pouco longe do palco foi a situação ideal, pois o Jon era mínimo de se ver, era apenas uma figurinha. No fim do concerto estavamos estafadas, é dose ficar de pé esse tempo todo. Assim ainda tivemos tempo para ir ver o resto do espaço. Achei muito giro. Muita diversão, diversidade e um espaço muito bem distribuído.

Fonte:Blitz - "Rock in Rio Lisboa: Bon Jovi ao vivo"
Treze anos depois do último concerto em Lisboa, a noite, o público, o palco foram de Jon Bon Jovi.
Foi, até agora, o mais impressionante dos concertos da edição deste ano do Rock In Rio Lisboa. 13 anos depois da última passagem por Portugal, na altura para um espectáculo no Estádio de Alvalade, os Bon Jovi tomaram de assalto o Palco Mundo e deram um concerto fabuloso – a abarrotar de êxitos, mas também de confiança e de um entusiasmo que, de tão palpável e genuíno, se tornou contagiante.
À espera de Jon Bon Jovi, Richie Sambora, Tico Torres, David Bryan e Hugh McDonald, o baixista que em 1994 substituiu oficiosamente o membro fundador Alec John Such, estava um Parque da Belavista a rebentar pelas costuras. Tal como na véspera, terão estado na Cidade do Rock mais de 90 mil pessoas – mas ao contrário do que aconteceu no primeiro dia, não houve lugar para actuações periclitantes ou prestações «apenas» competentes. Um concerto dos Bon Jovi faz-se, em 2008, de grandes sucessos como «You Give Love A Bad Name», «Livin’ On A Prayer» e «Always», bem como de amostras de um presente digno via «Lost Highway» ou «Whole Lot of Leavin’», temas mais recentes onde a banda de New Jersey arrasta a asa à folk. Mas o que distingue os Bon Jovi de qualquer outra banda com um bom repertório para concertos de estádio é a entrega colocada em cada minuto do espectáculo. Jon Bon Jovi, cuja voz já não apresenta a elasticidade de outros tempos, sem no entanto comprometer, é um mouro de trabalho. Entretém uma multidão sem fim à vista – perdemos as contas às vezes que colocou a mão sobre os olhos, como quem tenta perceber onde acaba aquele mar de gente – e consegue fazer com que cada admirador sinta que é para ele que as palavras, os gestos, os esgares felinos são endereçados. É um entertainer notável, e a forma como agarrou o público desde o primeiro segundo – apesar de o arranque se ter feito com uma das suas músicas mais «jovens» - irá ficar para a história do Rock In Rio Lisboa. Tal como outro «cliente» do Rock In Rio, Sting, Jon Bon Jovi envelheceu graciosamente, e os coletes justos, no final trocados por uma camisola da selecção nacional, continuam a mexer com as muitas senhoras presentes na plateia. Mas é injusto reduzir a prestação dos Bon Jovi ao seu líder carismático; ao guitarrista Richie Sambora, por exemplo, coube até cantar «I’ll Be There For You», balada do álbum New Jersey , de 1988. Mais surpresas no alinhamento: «Born To Be My Baby», também de New Jersey , foi logo a segunda música da noite, pondo a Belavista a entoar o «na-na na-na!» que se segue ao refrão; «Runaway», o primeiro single de sempre dos Bon Jovi, com data de 1983, irrompeu pela noite com os seus teclados nervosentos, e «Bad Medicine», novamente de New Jersey , emparelhou lindamente com a mais recente «Have a Nice Day», que a antecedeu. Tantos regressos ao passado não tiraram coerência ao espectáculo, permitindo até compreender como, na sua essência, a música dos Bon Jovi pouco mudou ao longo de quase 30 anos. Continuam a ser canções optimistas, a encher o peito de ar até ao refrão, que fazem mexer esta gente e os seus fãs. Foi assim em «You Give Love A Bad Name» - refrão exclamado «a capella» por quase 100 mil pessoas, impossível não arrepiar - , em «In These Arms», hit semi-esquecido de Keep The Faith , ou até em «Have A Nice Day», como que a provar que, neste «comboio», há fãs a entrar em todos os apeadeiros e muitos dos admiradores mais jovens só conhecem a banda há meia dúzia de anos. Como se tudo isto não fosse suficiente, o concerto reservou ainda algumas surpresas ao público português – desde a passagem por «Mercy», de Duffy, e «Start Me Up» dos Rolling Stones a meio de uma versão bluesy de «Sleep When I’m Dead», à camisola da selecção portuguesa que Jon Bon Jovi envergaria no final do concerto, a noite de ontem foi rica em momentos para mais tarde recordar. Nenhum deles terá tido, porém, mais força que «Livin’ On A Prayer», ainda e sempre o hino de uns Bon Jovi «amigos do povo» e crentes num amanhã melhor. As primeiras frases da canção desenharam-se na penumbra, o resto da canção foi uma explosão – de emoções na plateia, de fogo de artifício no céu. Os Bon Jovi podem fazer baladas como já não se usa e não ser propriamente bem vistos no circuito das bandas «cool», mas enquanto tiverem o público – merecidamente – a seus pés como ontem à noite, o gesto com que Jon Bon Jovi se despediu de Lisboa – de mão no peito – nunca parecerá descabido.

"Born to be my baby"


"You give love a bad name"


"Raise your hands"



"Runaway"


"I'll sleep while I'm dead"


"Whole lot of leaving"


"Mercy - Start me up"


"In these arms"


"Always"


We Got It Goin' On


"It's my life"


"I'll be there for you"


"Blaze of Glory"


"Who says you can't go home"


"Have a nice day"


"Bad medicine"


"Livin on a prayer"


"Someday I'll Saturday night"


"Wanted dead or alive"



ALINHAMENTO
Lost Highway
Born To Be My Baby
You Give Love A Bad Name
Raise Your Hands
Runaway
Sleep When I'm Dead + Mercy (Duffy) e Start Me Up (Rolling Stones)
Whole Lot of Leavin'
Into These Arms
Always
We Got It Goin' On
It's My Life
Keep The Faith
I'll Be There For You
Blaze of Glory
Who Says You Can't Go Home
Have A Nice Day
Medicine/Shout
Livin' On A Prayer
Someday I'll Be Satuday Night
Wanted Dead Or Alive

Texto de Lia Pereira
Fotos de: Espanta Espíritos - Blitz

Ainda nesse dia comprei o meu bilhete para ir ver a Madonna a 14 de Setembro. I'LL BE THERE. A propósito as minhas amigas também vão ver a Madonna, que bom.