quinta-feira, 30 de abril de 2009

A presença do pai no parto


Ter filhos, hoje em dia, já não é apenas coisa de mulheres. Ha cada vez mais pais a quererem acompanhar o nascimento dos seus filhos e a estarem ao lado da sua companheira na sala de parto.

O apoio do companheiro

No curso de preparação, o futuro pai já fica a conhecer os pormenores do parto e aprende a ajudar a sua companheira: faz-lhe massagens, relaxantes às costas, respira alto com ela durante as contracções, conversa calmamente, vai buscar bebidas, segura-lhe na mão. Mas o importante para a maioria das mulheres é terem o seu companheiro como porto seguro naquele ambiente que lhes é estranho (a maternidade), no qual a mulher encontra médicos e enfermeiras que ainda não conhecia.

Ele deve mesmo estar presente?

Para contar 100% com a ajuda do seu companheiro na sala de parto tem de estar certa de que ele a acompanha espontaneamente. Além disso, é da sua vontade que ele ali esteja? É possível que se sinta inibida napresença de um homem (mesmo sendo o seu companheiro). Ou talvez fique envergonhada por aliviar o intestino na fase final de expulsão, se não o tiver feito anteriormente. Por ouro lado, também há homens que se sentem rejeitados durante o parto, porque elas, (aos olhos deles) não conseguem apreciar a sua presença, tal como eles desejariam. Seja qual for o motivo, a presença do futuro pai no parto não convence os dois, isso pode turvar a relação e obscurecer o momento especial do parto. Talvez a avó, a irmã ou uma amiga sejam, por vezes, a melhor companhia.

Actualização de fotos da minha barriguita - parte 2









Estas foram as mais recentes fotos que tirei, estava com 37 semanas. Que grande ela está!

Actualização de fotos da minha barriguita - parte 1










Estas fotos foram tirados quando estava na 34ª semana de gestação! Já se nota um pouco a linha.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Aguentar as contracções com a respiração


A respiração controlada descontrai e diminui a dor. Por este motivo, conhecer e dominar várias técnicas de respiração pode valer ouro. Vale a pena dedicar algum tempo do seu dia-a-dia a concentrar-se na respiração, inspirando e expirando longamente. Se o fizer será mais fácil praticar essa respiração durante as contracções de modo a reduzir as dores e a relaxar. Assim é importante "expelir pelo ar" cada contracção e ganhar forças para as seguintes.

A respiração durante o parto

No parto é possivel utilizar técnicas de respiração, das quais já deve ter ouvido no curso de preparação. No entanto não é garantido que consiga utilizar estes métodos com exactidão no momento preciso. Não fique presa ao facto de utilizar na respectiva fase parto uma das técnicas aprendidas, senão o resultado será o contrário:enervar-se em vez de descontrair. Por isso respire de forma que lhe der mais jeito na situação e local. Quando, por exemplo , sentir as fortes contracções da fase final do parto, siga os conselhos da parteira, mesmo que respire de forma diferente da que aprendeu no curso. Esteja ciente de que a parteira saberá, pela sua experîência; qual a técnica de respiração que a pode ajudar.

Respirar na fase de dilatação

Na fase de dilatação respire, no ínicio da contracção, tão profundamente qunato possível com a boca aberta até os pulmões estarem completamente cheios (inspire para o tórax e não para a barriga). Expire pela boca de forma constante e duradoura. Contenha o folêgo, inspirando lenta e profundamente pelo nariz e expirando longa e lentamente pela boca. Quando a contracção tiver passado, respire profundamente de boca aberta como no ínicio. Relaxe ao máximo até à contracção seguinte.

Se as contracções de dilatação se tornarem mais fortes com o passar do tempo, pode recorrer à seguinte técnica de respiração: comece, como foi explicado anteriormente com a inspiaração e expiração profundas. Em seguida continue a respirar de modo ritmado, inspirando pelo nariz de forma forte e breve e expirando pela boca com o dobro da duração e mais lentamente. No final de cada contracção volte a inspirar e a expirar uma vez profundamente. Relaxe e adquira novas forças para o próximo "empurrão".

Respirar na fase de transição

Na fase de transição, quando o colo do útero já está quase dilatado por completo, as contracções são bastante fortes. Inspire e expire profundamente de boca aberta uma vez em cada contracção, tal como na fase de dilatação. Dependendo da intensidade das contracções deve respirar por fim, de forma curta, cerca de duas a cinco vezes seguidas. Sefor mais fácil para si, quando inspirar , solte o som "ha-ha-ha-ha". Depois expire de forma longa e profundamente com a boca aberta. Em seguida surge mais uma série de sequências curtas de respiração que terminam com a expiração longa. E assim continua até terminar a contracção. Para finalizar ,tal como no ínicio, inspire e expire uma vez profundamente e relaxe.

Respirar na fase final

Na fase final consegue participar controladamente. A técnica de respiração certa dá uma ajuda: inspire e expire profundamente duas vezes no inicio. Por fim inspire bem, novamente. Sustenha a respiração durante o tempo que conseguir e tente empurrar o bebé para fora. A parteira irá dar-lhe as indicações precisas. Expire totalmente e vá buscar mais um pouco de ar para continuar a empurrar. Por norma, a contracção dura tanto tempo que é capaz de ir buscar ar pela terceira vez e de força. Quando a contracção terminar, inspire e expire mais uma vez de forma profunda e relaxe.

A partir de agora é no H.S.M.

Na próxima semama irei ser acompanhada nas consultas Pré-Natal do HSM. Pois decidi que é aqui que quero ter o meu bebé!Consulta marcada para dia 6 de Maio.

37ª semana



Já se pode considerar que tenho um bebé de termo!

A gravidez é agora considerada uma gravidez de termo – o que significa que o bebé, em termos de desenvolvimento, está pronto para viver fora do útero. O bebé pesa provavelmente por esta altura mais de 2,7 kg e mede entre 48 e 51 centímetros, da cabeça ao calcanhar. Se sofrer de pré-eclâmpsia, o seu médico poderá ter recomendado a indução do parto esta semana.
Muitos bebés têm uma farta cabeleira à nascença, com caracóis com um comprimento de 1 a 4 centímetros. Mas não fique surpreendida se o cabelo do bebé não tiver a cor do seu. Os casais de cabelo escuro ficam por vezes muito espantados quando têm filhos de cabelo louro ou ruivo, e os casais de cabelo claro têm sido surpreendidos por perfeitas imitações do Elvis. Além disso, como é evidente, alguns bebés parecem quase carecas ou apresentam apenas uma ligeira penugem.

A cabeça da criança representa cerca de 1/4 do seu comprimento total, desde o calcanhar até à cabeça. A "moleirinha" ainda não está totalmente consistente, o que facilita a passagem do bébé no canal de parto.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

36ª semana


O bebé
Que som tão doce. O bebé gosta muito de a ouvir ler ou cantar. De facto, existem estudos que demonstram que os recém-nascidos preferem a voz da mãe às outras vozes. Estes estudos também indicam que se um bebé ouvir repetidamente uma determinada canção enquanto está no útero, mostrará preferência por essa canção quando nascer. Nunca é demasiado tarde para começar: arranje um momento todos os dias para pôr a sua música preferida, cantar a sua canção favorita ou ler um conto em voz alta. O bebé chegará a adorar este momento especial que passam juntos, quer ainda esteja no útero quer quando estiver nos seus braços.

Um crânio incrivelmente adaptável. A cabeça do bebé foi especialmente concebida para passar pelo estreito do colo do útero. Os ossos do crânio ainda não estão totalmente consolidados, de modo a que a sua cabeça se pode comprimir para passar pelo canal de parto sem qualquer dano para o bebé ou para a mãe. Estes ossos irão consolidando-se pouco a pouco durante o primeiro ano de vida
As medidas. Esta semana, o bebé mede cerca de 50 cm e pesa um pouco mais de 2,5 quilos.

Viver à grande. O seu útero alcançou mil vezes o seu tamanho original. (Como se encontra mesmo debaixo das costelas, dificultando cada vez mais a sua respiração, de certeza que isto em nada a surpreenderá .) Nesta altura é provável que tenha engordado 12 ou 13 quilos. Durante as próximas quatro semanas, é provável que aumente mais um quilo, embora seja de assinalar que muitas mulheres não engordam no último mês de gestação.

Talvez o útero não seja a única coisa que aumenta de tamanho. Embora até agora não tenha tido problemas de edema (o termo médico para o inchaço causado por um excesso de líquido), é possível que retenha mais líquidos durante o último mês de gravidez. Sempre que puder, descanse uns minutos com os pés elevados ou deitada sobre o lado esquerdo. Ambas as posições melhoram a circulação sanguínea e põem em movimento o líquido acumulado nas extremidades.

Advertência: Reduzindo a ingestão de líquidos não evitará o edema. Não deixe de beber uma abundante quantidade de líquidos para eliminar os resíduos através dos rins, favorecer o movimento intestinal e manter o seu volume de sangue.

Ganhar peso (cerca de 30 gramas por dia) é a principal prioridade do bebé.

O bebé continua a ganhar peso – cerca de 30 gramas por dia. Pesa agora um pouco mais de 2,7 kg e tem cerca de 48 centímetros de comprimento. Está agora a perder a maior parte da penugem que lhe cobria o corpo, bem como a vernix caseosa, a substância cremosa que tem protegido a pele durante a sua submersão em líquido amniótico. O bebé engole estas duas substâncias, juntamente com outras secreções, as quais se manterão nos seus intestinos até ao nascimento. Esta mistura escura, que se chama mecónio, constituirá as suas primeiras fezes.

No final desta semana, já será considerado um bebé de termo. (Os bebés que nascem entre as 37 e as 42 semanas são considerados bebés de termo; um bebé que nasça antes das 37 semanas é um bebé pré-termo e, após as 42 semanas, é um bebé pós-termo.) O bebé está agora muito provavelmente virado de cabeça para baixo, a melhor posição para um parto sem problemas.

No entanto, se, na próxima semana, o bebé não tiver dado a volta, o médico poderá sugerir a marcação de uma “versão cefálica externa”, que é uma forma sofisticada de dizer que tentará virar o bebé manualmente, empurrando-o a partir do exterior da barriga.

Dúvida - Devo endurecer os mamilos se quiser amamentar?

Questão - Li num livro que é importante endurecer os mamilos durante a gravidez se se quiser amamentar. É verdade?

Esta informação já está ultrapassada. Não é necessário preparar o peito para o aleitamento. Há quem se preocupe por ter os mamilos invertidos (os que se metem para dentro quando são estimulados, em vez de saírem). No entanto, quase sempre saem durante a gravidez. Não é necessário massajar o peito nem colocar protectores nos mamilos. Também há quem se preocupe com os efeitos que estimular o peito durante a gravidez pode ter. A hormona que se liberta com a estimulação do peito também provoca contracções no útero. No entanto, só o faz se o útero já estiver pronto para o parto. Não existem provas de que a estimulação dos mamilos cause partos prematuros ou abortos. Em muitas aulas de preparação para o parto dão-se lições de aleitamento materno. O fundamental neste sentido é colocar o bebé no peito pouco depois de dar à luz, não utilizar biberões nem suplementos líquidos e assegurar-se de que o bebé alcança com a sua boca todo o mamilo e a auréola: Para conseguir que o bebé faça isto correctamente, é possível que necessite de um pouco de ajuda.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Hoje é dia do meu Aniversário!

Hoje tenho mais um anito!
Tenho a prenda mais desejada que ambicionava há muito, a minha menina! Desejo que ela nasça com muita saúde e bem!





35ª semana - Na sua maior parte, o desenvolvimento físico está concluído.


O bebé está a ficar grande. Pesa um pouco mais de 2,200 kg e tem quase 46 centímetros de comprimento, da cabeça ao calcanhar.

Naturalmente, ainda está enroscado dentro de si: está a ficar tão apertado no seu útero que o bebé já não está na verdade a flutuar e já não é provável que consiga dar grandes voltas. Mas um espaço mais confinado não significa que se mexa menos; o bebé deverá continuar a dar pontapés com a mesma frequência de sempre. Se notar uma redução dos movimentos, fale com o seu médico. Os rins do bebé estão agora totalmente desenvolvidos e o fígado consegue processar alguns resíduos.A partir de agora o sistema imunit´rio do bebé funciona de forma independente da mãe!

A maior parte do seu desenvolvimento físico está agora concluída – as próximas semanas servem apenas para ganhar peso.

Comigo,noto uma linha escura na pele que atravessa verticalmente o meio da minha barriga e é bem visível! Após o parto volta a desaparecer!

terça-feira, 7 de abril de 2009

As falsas e as verdadeiras contracções

Nas últimas semanas já deve ter ouvido falar um pouco sobre contracções. Sabe que há contracç~oes antes do tempo, contracções de descida, verdadeiras contracções e aquelas que aparecem mais tarde! Mas como distinguir cada uma delas? A palavra "contracção" remponta ao século XVI e significa ,essencialmente, "dores", mas nem todas têm a mesma intensidade de dor. No entanto em todas elas se dá um movimento mais ou menos forte do útero (contracções da musculatura do útero)

Contracções antes do tempo

Quando se dão as primeiras contracções antes do bebé estar pronto para nascer, o médico caracteriza-as como contracções antes do tempo. Estas podem provocar dores no baixo-ventre, bem como nas costas, sobretudo se forem acompanhadas de hemorragias.. As contracções antes do tempo são o sinal de que algo não está bem. Deve então procurar o seu médico ou ir ao hospital, uma vez que, conforme a fase de gravidez, pode estar a ter um aborto ou um parto prematuro.

Contracções de exercício

Também designadas por pré-contracções ou de experimentação, estas são tão inofensivas como indolores. Nas últimas semanas de gravidez, elas tornam-se visiveis através do endurecimento da pele da barriga. As contracções de exercício são o sinal de que o útero está apreparar-se para o parto. Para a criança, são como "massagens" que a acompanham no nascimento.

Contracções de descida

As contracções de descida surgem em intervalos irregulares três a quatro semanas antes do parto. Por regra sente apenas uns leves esticões nas costas. As contracções servem para empurrar o bebé mais para baixo na pélvis, o que contribui imenso para o parto. Mesmo que não as sinta, pode ver o resultado: a barriga "desceu" claramente.

Contracções de dilatação

As contracções de dilatação caracterizam-se por ums dor clara, que lembra as dores da menstruação, e que que muitas vezes pode sentir-se nas costas. Se as contracções de descida e as de exercício ainda surgem em intervalos irregulares, as verdadeiras contracções, nomeadamente as de dilatação, voltam periodicamente: primeiro em intervalos mais longos, depois a cada 10 ou 20 minutos, mais tarde de 5 a 10, em seguida a cada 2 ou 3 minutos e, por fim de 30 a 60 segundos. A missão das contracções de dilatação é, como o nome indica, dilatar o colo do útero até 12 cntimetros, para poder ter o caminho livre para expulsar o bebé.

Contracções fase final

Estando o colo do útero totalmente dilatado, vai sentir a pressão incontrolável de empurrar o seu filho para fora:começou a última fase do parto. Contracção a contracção, o bebé é empurrado pelo canal de parto, podendo as pausas ser mais longas do que nas contracções de dilatação. Apesar da força, muitas mulheres sentem estas contracções como um alívio porque podem colaborar no trabalho de parto.

Contracções posteriores

Quaundo o bebé chupa no mamilo da mãe, o útero contari-se. As contracções que se dão nesse momento podem, no ínicio ser muito dolorosas e assemelhar-se às contracções que teve durante o parto. Estas novas contracções são imporatntes para que o útero volte à sua dimensão normal, processo este que pode ser acelarado com a amamentação. Aja como no parto: tente dominar a dor através de uma respiração controlada.

O detector de contracções

Durante o parto, será ligada a uma máquina de medição de contracções, o cardiotocógrafo (CTG). Um aparelho de ressonância, que é colocado num cinto em volta da sua barriga, pode calcular as suas contracções e os batimentos cardiacos do bebé. É provável que já conheça este procedimento do consultório médico, onde nas últimas semanas de gravidez foi utilizado o CTG. Através dos dados transmitidos o médico averigua o estado de saúde do bebé e comprova se já existem contracções. No entanto o CTG pode causar nervosismo durante o parto.

8 meses - 34ª semana


O bebé pesa agora cerca de 2,150 kg e tem provavelmente pouco mais de 45 centímetros do topo da cabeça à planta dos pés. O sistema nervoso central está ainda em fase de amadurecimento, mas os pulmões já se encontram bem desenvolvidos. E esta é uma boa notícia caso decida nascer mais cedo do que o previsto. As unhas moles moles cresceram tanto que já chegam à ponta dos dedos e o bebé consegue coçar-se

Na minha barriga anda por vezes num "turbilhão", ela está quase sem espaço para se mexer por isso noto muito os seus movimentos.

Já falta um mesito, está quase, estou muito calma. Ando a dormir muito estou a recarregar "forças" para quando for necessário, pois sei que na altura do parto vai ser um pouco desgastante, mas nada que me faça preocupar muitissimo, tenho que pensar que é um momento, um momento que vai acontecer algo "mágico", nascer a minha filhinha querida!

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Dez sinais que merecem atenção no final da gravidez

Durante a gestação, é importante não faltar às consultas médicas. A gestação é um período mágico para a mulher, mas também traz muitas dúvidas. Saber quando chegou a hora de o bebê nascer, o que significa o rompimento da bolsa ou a eliminação do tampão são algumas delas.

Só um profissional pode avaliar quando a futura mamãe está em trabalho de parto. "Analisamos a dilatação, o número de contrações, a presença da bolsa, os batimentos cardíacos do bebê, se já perdeu o tampão (muco protetor que fecha o colo do útero e impede a entrada de bactérias)", explica Rodolfo Strufaldi, professor assistente de ginecologia e obstetrícia da Faculdade de Medicina do ABC.

Apesar da opinião médica ser fundamental, a futura mamãe precisa ficar atenta a detalhes no final da gravidez para saber quando procurar o seu médico e como se preparar para a hora do parto. Confira, a seguir, alguns sinais, listados pelo especialista Strufaldi, de que o bebê está prestes a chegar:

1 - No fim da gravidez, a barriga vai abaixando, porque o bebê está se posicionando para o nascimento.

2 - Sentir as famosas contrações não é sinônimo de que está em trabalho de parto. Normalmente, elas só indicam que a criança está prestes a nascer quando obedecem um determinado ritmo: três contrações seguidas, que duram mais de um minuto cada, no intervalo de 10 minutos.

3 - As contrações são causadas pela liberação de substâncias que preparam o corpo para o parto, principalmente pela ocitocina. As dores começam nas costas e se conduzem para frente, em direção à vagina.

4 - A bolsa é uma proteção contra as agressões do meio externo. Quando rompe, a mulher elimina o líquido amniótico e há a tendência de entrada de bactérias, por exemplo. Mas, calma, uma contaminação pode levar horas ou dias para ocorrer, o que não elimina a necessidade de procurar um médico caso isso aconteça.

5 - Em média, a mulher tem cerca de 1 a 1,5 litro de líquido amniótico. Ele pode ser claro, amarelado ou esverdeado. Se estiver esverdeado, é sinal de que há sofrimento fetal (a criança está passando por algum problema e, neste caso, precisa nascer logo).

6 - O rompimento da bolsa não significa necessariamente que a grávida está em trabalho de parto.

7 - O fato de cair o tampão (substância que protege, temporariamente, o colo do útero e evita a entrada de bactérias) não significa, obrigatoriamente, que a mulher está prestes a dar à luz. Conforme vai chegando o momento do nascimento, o bebê pode forçar para abrir um pouco o colo (dilatação) e a mãe acaba liberando esse muco protetor. A perda do tampão facilita a ruptura da bolsa.

8 - O tampão é gelatinoso e pode ser branco ou amarelado.

9 - Se sentir contração, a bolsa romper ou eliminar o tampão, procure um médico. Isso vale também caso tenha algum sangramento ou outro desconforto. Portanto, tenha sempre à mão o telefone do profissional e da maternidade.

10 - Quando a gravidez chega a 36 semanas, é importante deixar uma mala pronta para a mamãe e o bebê. Para saber exatamente o que deve levar, informe-se no hospital, porque há maternidades que fornecem camisolas ou que não usam as roupas dos bebês nos primeiros dias.

in saude terra

quinta-feira, 2 de abril de 2009

A mala para a maternidade


Quando chega a hora, geralmente, não há muito tempo para arrumar na mala as coisas necessárias para levar para a maternidade. Muitas mulheres estão também nesta fase demasiado nervosas para pensarem calmamente naquilo de que precisam depois do parto.

Evite o stress desnecessário

O ideal será arrumar já a mala para a sua estadia na maternidade e guardá-la. Se tiver sinais de parto antes do tempo, basta calçar os sapatos, vestir o casaco e sair de casa. Também pode ver antecipadamente qual o caminho mais rápido para a maternidade, pois é possivel que o seu companheiro esteja tão nervoso que não seja capaz de pensar com clareza. Se o seu "motorista" estiver indisponível nesse momento ou não conseguir ir buscá-la rapidamente, chame um táxi ou uma ambulância. Estes números devem estar igualmente acessíveis. Assim bem equipada, pode dar ínicio à aventura do nascimento sem aflições desnecessárias.

Recheio da mala

Mesmo que permaneça poucos dias na maternidade, vai precisar de algumas peças de roupa, entre elas:
= quatro pijamas ou camisas de dormir com botões que sejam práticos para amamentar;
= um fato de treino para as caminhadas mais longas na maternidade ou para a ginástica de fortalecimento das costas;
= umas calças confortáveis que possa usar durante o dia no quarto da maternidade;
= três t-shirts ou sweatshirts para durante o dia;
= toalha de banho leve;
= 1 par de chinelos;
= sapatos rasos confortáveis com que possa andar pela maternidade;
= cinco pares de meias;
= cinco cuecas (descartáveis);
= três soutiens de amamentação;
= discos para os mamilos para proteger o soutien;
= três toalhas de rosto, no caso de não haver na maternidade (saiba antecipadamente);
= 1 par de chinelos de borracha para o banho;
= creme para os mamilos;
= sacos plástico para a muda de roupa usada;
= 1 embalagem de lenços de papel;
= telemóvel e carregador;
= elásticos para o cabelo;
= pensos higiénicos ultra;
= 1 robe.

Os produtos de higiene

Naturalmente a mala também tem de ter os produtos de higiene pessoal:

* champô e creme amaciador;
* secador de cabelo;
* escova e pente;
* gel de duche e sabonete;
* creme de rosto;
* discos de algodão;
* loção corporal;
* desodorizante sem perfume;
* escova de dentes e dentifrico;
* corta-unhas e lima;
* utensílios de maquilagem, caso necessário;
* espelho de bolso.
* exames efectuados durante a gravidez;


Para o bebé

» 4 a 6 bodies manga comprida;
» 4 a 6 babygrows;
» 2 pares de botinhas ou meias;
» 2 casaquinhos de malha;
» 1 embalagem de fraldas recém-nasciso;
» 3 fraldas de pano;
» 3 a 4 babetes;
» 1 a 2 matinhas de lã;
» 2 gorrinhos;
» 1 escova e pente;
» 2 chupetas esterilizadas;
» 1 brinquedo.

Documentos necessários

Na maternidade vai necessitar também de ter consigo alguns documentos:

- Boletim da grávida;
- Documentos de identificação (BI, cartão de utente)
- exames efectudos durante a gravidez;

Suaves caricias para o seu bebé

Os bebés precisam de muito cariho na barriga da mãe, mas sobretudo depois de nascerem. Não é só pegando no bebé, dando-lhe de mamar ou falando com ele que pode dar-lhe mimos necessários. Também o pode fazer nos cuidados diários. Quase todos os bebés adoram, por exemplo, tomar banho quente (35 a 37ºC). Com isto conseguem descontrair bastante, acalmar a flatulência e adormecer mais facilmente. A melhor altura para o banho é ao final da tarde ou à noite, mas não pouco antes ou depois de amamentar ou de lhe dar de comer, porque o seu bebé pode começar a chorar na água devido à fome ou ao almoço.

A massagem do bebé

Quando massaja o seu bebé está, especialmente perto dele. Mesmo os recém-nascidos gostam, por exemplo, da chamada massagem borboleta, que consiste em acariciar suavemente todos os membros, a barriga e as costas. Os bebés massajados com regularidade, demonstram maior equilibrio, choram menos e têm menos problemas em adormecer. Pode ser feito depois da mudança da fralda.