segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

domingo, 24 de janeiro de 2010

A importância de chuchar

Seja no dedo ou na chupeta, a sucção é uma importante forma de os bebés se acalmarem. Mais tarde, hão-de encontrar outras. Saiba quando e como devem parar.
O instinto da sucção nasce com o bebé. É graças a ele que a começa a mamar poucos minutos após o nascimento, como se soubesse exactamente como fazê-lo. Mas não foi a primeira vez que chuchou. Treinou no útero da mãe como chuchar, recorrendo ao seu polegar. O movimento de sucção acalma os bebés, ajuda a diminuir as tensões e apazigua o stress. A explicação parece estar no facto de que os movimentos rítmicos lembram o bater do coração da mãe e funcionam como um embalo.

Por isso, muitos pais oferecem a chupeta ao bebé, que provavelmente até já fazia parte do enxoval antes do nascimento. Contudo, a teoria de que é melhor habituá-los à chupeta para evitar que comecem a chuchar no dedo não é consensual.

Alguns especialistas defendem que o dedo tem vantagens pois é a mais natural forma de sucção, a que já vem do útero materno. Não não há necessidade de substitui-la por uma chupeta que cai ao chão e se pode perder. Além disso, é um recurso da criança e não exterior, o que pode ser importante do ponto de vista psicológico.
Mas há quem alerte para a maior dificuldade em deixar de chuchar no dedo comparada com o momento de deixar a chupeta. Este argumento, contudo parece não fazer sentido uma vez que tal como as crianças deixam naturalmente a chupeta quando encontram outras formas de se consolar e acalmar, o mesmo acontece com as que chucham no dedo. E tal como existem as que chucham no dedo até mais tarde, também há as que têm muita dificuldade em desapegar-se da chupeta, mantendo o hábito por vezes até depois dos cinco anos.

Quando começar?
Um aspecto importante a ter em conta é que a chupeta não deve ser oferecida enquanto a amamentação não está bem estabelecida. Pelo menos durante o primeiro mês, em que o bebé está a adaptar-se à alimentação através do peito da mãe, o mamilo deve ser a única «fonte» de sucção.

Como controlar?
A partir dos 12 meses é importante começar a controlar o uso da chupeta. Mesmo antes disso não é benéfico estar constantemente a oferecer a chupeta ao bebé. Ao mínimo sinal de desconforto, alguns pais têm tendência a oferecer de imediato a chupeta, mas essa não é uma boa política. A criança que chora porque tem alguma necessidade não satisfeita não deve ser calada com a chupeta.

A chupeta deve ser usada na hora de adormecer e em casos excepcionais de muito cansaço ou stress e não andar pendurada constantemente na roupa da criança, pronta a usar em qualquer altura. Ao acordar, a partir dos 12 meses, deve ser o próprio bebé a deixar a chupeta na cama, o lugar dela.

Quando parar?
Porque afecta o desenvolvimento dos dentes, alterando a forma da arcada dentária, os especialistas em odontologia recomendam que se promova o adeus à chucha até aos dois anos. Aliás, quanto mais cedo, melhor. Além da dentição, pode também afectar o desenvolvimento da fala, por isso, se o seu filho não consegue de todo abandonar o hábito, procure pelo menos restringi-lo ao máximo.

Como parar?
Não se deve forçar a separação da chupeta e o que parece uma vantagem - poder fazê-la desaparecer de um momento para o outro e cortar com o mal pela raíz quando os pais bem decidem - pode afinal ser uma desvantagem.
O pediatra Mário Cordeiro alerta que «não é criando mais insegurança que se gera segurança». E no fundo trata-se de dar mais segurança à criança para que ela possa sentir que consegue tranquilizar-se e entrar no sono sem a chupeta ou o dedo. Sentir que tem esses recursos em si.

Combinar uma data, como o aniversário ou o Natal pode ser uma boa estratégia para crianças que já estão nos três anos. Mário Cordeiro sugere também fazer uma caminha para a chupeta ao lado da cama da criança, colocá-la numa caixa de fósforos, por exemplo, para que ela não se sinta «expoliada». Ou seja, continua a tê-la, mas percebe que já é capaz de não recorrer a ela. Ter a segurança de tê-la ali ao lado, se precisar, funciona bem com algumas crianças. E depois de adormecerem na primeira noite sem chuchar, rapidamente se esquecem que alguma vez precisaram de o fazer.

Se entre os quatro e os cinco anos a criança ainda usa chupeta ou chucha no dedo, os pais devem discutir o assunto com o médico assistente ou consultar um psicólogo que possa avaliar o desenvolvimento e encontrar uma possível perturbação.

Fonte:IOL Mãe

Nova vacina contra meningite e pneumonia

Nova Prevenar é hoje apresentada. Direccção-Geral da Saúde pondera inclusão no Plano Nacional de Vacinação.
Será apresentada hoje às 18 horas, em Lisboa, a nova vacina contra a Doença Invasiva Pneumocócica (DIP), que oferece protecção para 13 estirpes da bactéria Streptococcus pneumoniae. Mais conhecida por pneumococos, esta bactéria está na origem de meningites, sépsis e otites médias agudas. É também a principal causa de pneumonia bacteriana em bebés.

Esta vacina substituirá a actual Prevenar, que protege apenas contra sete estirpes da bactéria. Os serotipos 3, 6A e 19A são abrangidos pela nova Prevenar, o último dos quais é multiresistente a antibióticos e com uma prevalência que tem vindo a aumentar. Está indicada para a imunização de crianças entre as seis semanas de vida e os cinco anos de idade. A Synflorix, lançada no mercado no ano passado pela Glaxo-Smithkline oferece protecção contra 10 serotipos.

O presidente da Sociedade Portuguesa de Pediatria, Luís Januário, estará presente na apresentação, à qual se seguirá uma reunião científica.

A nova vacina terá um preço de venda ao público de 75,99€ (cada dose) e não tem, para já, comparticipação do Estado, tal como de resto a actual Prevenar, a Meningitec ou a Synflorix. Contudo cerca de 60 por cento das crianças até aos dois anos foram vacinadas contra a DPI por conselho médico.

A subdirectora-geral da Saúde, Graça Freitas, confirmou ao Diário de Notícias que a possibilidade de a nova vacina Prevenar ser incluída no Plano Nacional de Vacinação está a ser estudada.

Fonte:IOL Mãe

É verdade que os andarilhos são perigosos?

Sim, são um perigo e não promovem o desenvolvimento.

Segundo a Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI), os andarilhos são o artigo para crianças disponível no mercado que mais acidentes provoca. Seja porque caem de escadas ou porque batem com a cabeça ou a face em mesas, prateleiras ou outros móveis.
Também há acidentes com andarilhos em que as crianças caíram em piscinas e outras que embateram com adultos que transportavam alimentos quentes, tendo sofrido queimaduras.
Claro que a segurança é razão mais do que suficiente para não comprar e não aceitar andarilhos, bem como para alertar outros pais para os perigos a que o seu uso expõe as crianças.
Mas há outra razão para afastar este «veículo» do seu bebé. É que ao contrário do que muitas pessoas ainda pensam, o andarilho atrasa a aquisição da marcha. Nenhum bebé começa a andar mais depressa por usar o andarilho. Pelo contrário, este atrasa esta aquisição pois não permite que o bebé se mexa livremente, desenvolvendo o equilíbrio e os músculos das pernas.
A APSI deixa um conselho aos pais que ainda têm um andarilho lá em casa: deitem-no fora, mas destruam-no primeiro, de forma a que não constitua perigo para mais nenhum bebé.

Fonte:IOL Mãe

sábado, 23 de janeiro de 2010

Os primeiros dentes do seu bebé

O ideal é os dentes começarem a nascer dos 3 aos 12 meses.
Os primeiros dentes do seu filho devem começar a nascer, ao fim do primeiro ano. Se isso não acontecer, consulte o seu médico, pois alguma coisa de errado se deve estar a passar. Se por outro lado, tudo está a correr bem, então tenha bem presente que a conservação dos dentes de leite, é proporcionada pela higiene e saúde oral da sua criança.
Aqui, ficam algumas dúvidas que se levantam nesta altura, relacionadas com o nascimento dos dentes do seu filho.
O ideal é os dentes começarem a nascer dos 3 aos 12 meses. Se nascem depois ou se o bebé já vem com algum à nascença, pode não ser muito positivo. De início, as crianças começam a babar-se com muita intensidade, ficam nervosas, choram com muita frequência, têm as gengivas inchadas e enrijecidas. Pode igualmente, surgir diarreia, alterações gastrointestinais, gases, irritação no rabinho e, mais raramente, um pouco de febre. Estes indícios são sinónimo de que, os dentes estão para vir.
A produção de saliva, mais do que o habitual, tem a ver com as transformações nas gengivas, provocada pelo rompimento dos dentes. A criança sofre um pouco com o nascer dos dentes. É uma sensação, como quando o adulto está a passar pela fase de rompimento do dente do siso. A dor varia de criança para criança, não sendo igual para todas.
Os mordedores são uma boa forma de consolo. Ao menos a criança, morde um objecto que é seguro. Os bebés necessitam de morder, pois é uma das formas de exploração dos objectos, e ajuda-os a acalmar a dor e a fazer com que o dente, perfure melhor a mucosa.
O paracetamol poderá aliviá-los, ou alguma pomada, sem açúcar, desde que a mesma seja indicada pelo médico.
A presença de um odontopediatra é muito útil, porque é a pessoa indicada para este tipo de processo. Analisa a erupção do dente, a oclusão, a relação entre as gengivas e os alvéolos. Ainda que os dentes de leite, caiam mais tarde, são eles que marcam o lugar decisivo para os restantes que nascerão a seu tempo.
Nesta idade detecta-se toda a produção e realização correcta, desta zona. Pode verificar-se facilmente se a criança, tem ou não algum problema: se mastiga bem, se faz a deglutição de forma correcta, se os alvéolos estão coordenados, etc.
A cárie é um dos problemas que perturba os mais velhos e os mais novos. Mas, se as mesmas surgem logo nos dentes de leite, verifica-se o início da dor e da infecção. Claro, que isto influenciará os dentes definitivos. As cáries nos bebés podem surgir porque, o bebé ficou a dormir com o biberão na boca, ou então porque se molhou a chupeta em mel ou em açúcar. O contacto dos dentes com o leite, por um período longo de tempo não é o mais satisfatório, nem com coisas doces, como o mel e o açúcar. Mas, atenção que a chupeta no seu estado puro, ou seja, sem qualquer outra substância, não é nada de prejudicial.
Algumas crianças, negam-se a mastigar. Isto acontece porque, lhe é causada dor pelas cáries ou malformações no esmalte. O que acontece é que a língua, é colocada no meio dos dentes para que os alimentos, não vão mais além. Preferem por isso os líquidos, do que os alimentos sólidos.
As gengivas devem ser começadas logo a limpar, com um bocadinho de gaze molhada em água, que servirá também para quando nascer o primeiro dente. Devem ser também limpas, as gengivas, quando se acaba de dar o biberão à criança. A escova podem ser começada a usar, a partir dos nove meses. Os especialistas devem prescrever a dose e, determinar a quantidade de flúor presente na água da criança. Este flúor sistémico deve ser recomendado pelo médico, dos 6 meses aos 12 anos, para garantir a boa formação dos dentes. O uso externo a partir desta fase, já é amplamente recomendado. Precavenha-se e, informe-se com um odontopediatra.

FONTE:ABCDOBEBÉ

A dose ideal de Mimos

Mima-o bastante e, por vezes é difícil saber encontrar qual a medida certa de carinho, que lhe deve atribuir?
Quando um filho nasce, a mãe enche-se de orgulho do seu rebento. E, não é para menos…Toda a atenção da mãe é para ele, assim como tudo gira em torno do seu bebé.
Mima-o bastante e, por vezes é difícil saber encontrar qual a medida certa de carinho, que lhe deve atribuir. Os seus amigos podem dizer que o mima demais, e se o não fizer, poderá ser acusada de não se interessar por ele. Em que ficamos então? Debrucemo-nos sobre este assunto, propício a uma larga e empolgante discussão.
O equilíbrio ideal, para uma boa educação, o que pode e o que não deve fazer, aflige muitas mães. Dar-lhe o mundo é perigoso, e tirar-lhe o riso é constrangedor. Aquilo que a mãe aparenta fazer nem sempre é o mais correcto, mas certamente é com a melhor das intenções. Não estamos a falar ainda dos pilares sólidos de uma boa educação, pois isso virá com oseu tempo. E neste âmbito, poderá vir a ter muitas dores de cabeça.
Aquilo que aqui pretendemos tratar, é ainda uma fase muito simples em que o bebé está inapto físicamente e emocionalmente. Físico, porque precisa de certos cuidados: mudar-lhe a fralda ou dar-lhe de comer. Emocional, porque precisa de se sentir desejado, importante, amado. E, para que se sinta nesta posição, é necessário que lhe demonstre todo o seu amor, através das mais variadas formas. Fique certa, que ele sentirá esses mimos.
Os mimos podem e devem ser dados a qualquer altura, ou seja, não há uma hora pré-marcada ou definida para que actuação dos mimos seja mais eficaz, como é o caso dos antibióticos. Estes são escravos das horas, mas os mimos não.
A falta de expressões de afeição, veio demonstrar que as crianças mais tarde, tinham inúmeras carências e, que manifestavam atrasos psicomotores graves, tal como problemas afectivos e de carinho. Assim, para que estes problemas não venham a perturbar o futuro do seu filho, deve acariciá-lo e sussurrar-lhe coisas carinhosas num tom meigo, enquanto lhe dá de mamar, fazer-lhe festinhas depois do banho e ao vesti-lo, dar-lhe muitos beijinhos ternos, em sinal de carinho e amor, que no fundo nunca se consegue exprimir na totalidade. Há que estabelecer um ligação sólida e afectiva com o seu filho e, esta será iniciada a partir do momento em que ele, se aperceber da sua vontade de o ter ao seu lado, acarinhando-o.
Esta relação tenderá, como é lógico, a evoluir bastante ao longo do tempo, mas a sua solidificação só será dada como certa se, tiver início na devida altura, logo desde muito cedo. A criança tem que sentir tranquilidade e confiança, amor e carinho, em seu redor.
A partir do 4º mês, os pais podem ir fazendo pequenas pausas, e impondo pequenos limites, pois nessa altura já a relação estará solidificada. O seu horário terá que ser pouco a pouco, adaptado ao dos adultos, sendo necessário contrariar-lhe pequenas vontades ou mesmo deixá-lo a chorar uma vez na cama, por causa de alguma exigência. Custa, mas tem que ser, para o habituarmos convenientemente.
Sempre que o bebé chora é porque quer ou precisa de alguma coisa, ou então porque algo o perturba. O choro do bebé deve ser de imediato atendido, e longe vai o tempo em que se dizia que o choro devia ser ignorado, pois tornava-os demasiadamente mimados. Pegue-o ao colo para se sentir aconchegado, cante-lhe uma canção e faça-lhe muitas festinhas ternurentas. Embale-o, pois ele certamente apreciará bastante.
Aos três, quatro meses aconselha-se retirar a cama do bebé do seu quarto, para facilitar a sua adaptação futura. O bebé pode ser levado para a nossa cama, mas só em casos excepcionais, para que não o habituemos mal.
Explore os mimos o mais que conseguir, neste período dos 0 aos 6 meses, de forma ternurenta e carinhosa. Tem tempo, para se preocupar com os problemas futuros… Acredite.

FONTE:ABCDOBEBÉ

8 mesitos


Mais um mês que passa e hoje a minha menina vai fazer 8 meses. Como o tempo voa parece ontem que tinha um barrigão e agora ela está aqui comigo saudável e cheia de vida. Progresso são quase todos os dias,já consegue ficar sentada sem qualquer apoio,ensianeia a vir ao colo colo,ela abre os bracinhos para nós, e também além disso também incentivo-a a levantar-se, coisa que ela faz e gosta muito de estar de pé. Em relação ao banho continua a adorar e chapinha imenso. Está muito pesada,é pena a consulta com o pediatra só ser para o próximo mês, mas quase aposto que anda perto dos 9 qilos. Também já mudamos para o tamanho 4 de fraldas. Tudo normal em relação aos cócós, sempre que há uma refeição lá vem um presentinho bem cheiroso a caminho. Em relação à sopa, já aceita melhor, pois as sopas que estou a fazer têm um pouco ou de batata doce ou de abóbora, já as sopas com carne adora, come-a toda e até melhor do que a de vegetais. As frutas continuam na mesma, é pêra,banana e maça.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Instinto Maternal

O chamado Instinto Maternal, ou essa coisa que julgam ser meio caminho andado para se ser mãe, é um valor complicado e que reside na modernidade da nossa era...
Há mulheres que nasceram para ser mães e outras, nem por isso. Mas, em ambos os casos, a mulher tem sempre muito amor condensado dentro do seu íntimo, para dar e vender. O chamado Instinto Maternal, ou essa coisa que julgaram ser meio caminho andado para se ser mãe, é um valor complicado e que reside na modernidade da nossa era...
Desde muito cedo, costuma-se ouvir dizer mulheres, que o seu maior sonho é vir a ser mãe. Outras porém, preferem ter como ambição uma carreira de sucesso ou um amante imparável, mas sem nunca pensar em vir a ter filhos. Nem todas as mulheres, fazem uma festa a uma criança ou brincam com elas. Existem mesmo muitas, que repudiam os mais pequenos, quase como se as mesmas fossem um incómodo a evitar a todo o custo.
Todas as atitudes protagonizadas pelas mulheres da nossa sociedade que não pensam em ter filhos, são alvo de uma conclusão precipitada: insensibilidade. Porém, nem sempre o valor da maternidade é o mais desejado e isso, não implica que as mulheres estejam totalmente desligadas do mundo infantil.
Antigamente, a principal meta das mulheres era dar à luz, um rebento forte e saudável como símbolo da sua fertilidade. Hoje, os padrões sociais são diferentes. A mulher procura acima de tudo, um lugar no pódio das profissões às quais apenas o homem, tinha acesso noutros tempos. Afinal, o que mudou? A sociedade ou as mulheres em si mesmas?
Muitas mulheres declaram que esse Instinto Maternal, surge logo à nascença mas, outras afirmam que, esse valor só se desenvolve quando a mulher engravida e que atinge o seu auge, na altura que vai dar à luz. O que significa que, se muitas mulheres ainda não têm dentro de si esse instinto, é porque ainda não chegou a sua hora de ser mãe. Nada mais que isso.
O problema é que actualmente existe muita liberdade de opiniões, e não uma verdade una. Antes o centro da vida era a família, mas hoje nem sempre as pessoas têm essa ambição. Ás vezes, tanto a carreira como a família são importantes para o equilibrio, mas há mesmo quem afirme que com apenas uma das duas, se atinge a estabilidade.
Ser mãe está na base da realização pessoal de uma mulher, pelo menos é a opinião das muitas mães do nosso país. Apercebem-se que estão a contribuir para o desenvolver de um novo ser que depende única e exclusivamente delas, oferecendo-lhes toda a alegria e felicidade que demonstram. Aliás, são cada vez mais as mães solteiras no nosso país, umas por circunstâncias da vida, outras por pura opção pessoal. Esta realidade mostra a emancipação da mulher, que cresce a olhos vistos.
As mães afirmam que matariam pelos seus filhos, morreriam por eles ou fariam o que quer que fosse para os defender, e isso é um ponto em comum entre todas elas: casadas, solteiras, adolescentes ou mais velhas. Ter um filho fascina muitas mulheres, mas outras preferem os dos seus amigos a ter um. Aqui está a questão da liberdade, alcançada após tanto tempo e que agora não se quer perder, envolva o sacrifício que envolver.
O amor pelos filhos é real. Sente-se num toque, num olhar, numa carícia. Sendo a mãe biológica ou não, a mulher atribui todo o amor que tem dentro de si, àquela criatura dependente da sua força e amor. Se ainda não sente aquilo a que chamam de Instinto Maternal não se preocupe, nem julgue ser anormal relativamente às outras mulheres.
A necessidade de ser Mãe há-de aparecer oportunamente e aí, estará realmente preparada para ser Mãe....

Fonte:ADCDoBebé