terça-feira, 25 de maio de 2010

O primeiro aniversário!

Comemorámos em familia e com a minha melhor amiga. Fize,os um jantarzinho caseiro, e comprámos um bolinho de aniversário para a Luísa. Foi muito giro. Recemos algumas prendas mas ela ainda ñ liga muito, talvez para o ano seja diferente.

Anda a fazer um album com fotos dela e ao mostrá-lo deu-me uma nostalgia tão grande de ver a minha bebé desenvolver e ver-se as diferenças de quando ela era pequenina e agora está grande. Até correu uma lágrimazita mas de grande felicidade, pois estou a acompanhá-la em todos os passos do seu desenvolvimento.
Já tem quatro dentinho e um quinto a nascer no maxilar de cima.

Fomos hoje ao pediatra, relatámos o episódio da diarreia que lhe apareceu, e está tudo bem. Por causa disso ela ñ aumentou uito de peso. Agora vai passar a comer de tudo, claro que introduzindo gradualmente, o leite passa a ser como o nosso, mas tem de ser gordo ou leite do dia. A pediatra disse-nos que aquele leite que é anunciado para 1-3 anos é só publicidade e é muito doce aconselhou-nos a dar o leite que bebemos. A fruta é a que for da época, posso dar-lhe esparguete,massa, batatas e carne ou peixe como segundo prato, deixando de estar na sopa. Já se pode pôr um pouquinho de sal na sopa. Os iogurtes podem ser também de sabores. Durante a consulta tive que pôr a Luísa de pé pois já estava a ficar chateada e a médica ficou admirada ao vê-la andando apiada na cadeira. Disse-nos que é só ela ganahr um pouco de confiança e está lá!

Concluindo ela está desenvolvendo-se bem, estamos no caminho certo.

Mudando de assunto hoje ela já começou a querer dar uns passinhos sózinha, mas na maior parte das vezes anda sempre apoiada. É engraçado que ela acha piada e dar esses passinhos sózinha pois risse quando vem a meu encontro, está quase a ganhar confiança para começar, e em relação ao gatinhar isso então já ganhou o hábito e gatinha depressa. Muito engraçado de ver.

Minha linda flor!!!

domingo, 16 de maio de 2010

Alimentar a criança doente

A principal preocupação dos pais de uma criança doente vai para a sua alimentação, porque é nesta altura que ela se recusa a comer, apesar de se encontrar mais fraca.

O importante nesta situação, não é fazer a criança comer mais ou menos, mas dar-lhe os alimentos que realmente a podem ajudar, tendo em conta cada tipo de perturbação física.
Se a criança sofre de obstipação e tem menos de seis meses, a causa pode ser um leite forte, pelo que a quantidade deve ser reduzida e substituída por água, sumo de laranja, com a polpa ou uma pequena colher de mel. Para as crianças mais velhas, o remédio é retirar a banana e a maçã da dieta e dar-lhe apenas laranja e pêra e sopa de legumes onde predomine o feijão verde. O mel também tem funções laxantes.
As cólicas costumam aparecer nos primeiros três meses de vida, e o estado da criança é de permanente intranquilidade e choro. Se a criança está a ser alimentada ao peito, é a própria mãe que deve evitar ingerir alimentos que possam causar flatulência, como as couves, o feijão ou as ervilhas. No caso do bebé ser alimentado a biberão, pode acontecer que seja alérgico ao leite de vaca, que deve ser substituído por leite com proteínas.
Semelhantes às cólicas são as dores de estômago, para as quais se recomenda uma dieta ligeira, de digestão fácil, com frango cozido ou peixe grelhado e batatas cozidas, tudo em forma de puré ou papa. São de evitar os fritos, a fruta crua e restantes legumes.
Quando as queixas são de diarreia e vómitos é preferível que a criança não ingira qualquer alimento durante umas horas, de forma a que o seu aparelho digestivo recupere da alteração, mas dê-lhe líquidos para evitar a desidratação. Os sumos devem ser apenas de maçã, com acção adstringente, ou caldos de carne, água e chá de limão.
Se o bebé tiver menos de cinco meses convém suspender a ingestão de leite e deixa-lo algumas horas a soro de readaptação oral, receitado pelo pediatra. Para crianças com mais de cinco meses recomendam-se as papas de fruta – banana muito madura, maçã e umas gotas de limão, ou uma sopa apenas de batata, frango ou carneiro e cenoura, ou então de arroz e peixe.
Em problemas respiratórios como a otite, bronquite ou gripe, são necessários alimentos de digestão leve e macios, para evitar as dores ao engolir. O frango e a batata cozida e triturada e o iogurte, são os indicados. Deve ainda beber muitos líquidos, água, sumos de frutas, infusões ou caldos de carne sem gordura, mas evite o leite, porque este aumenta a mucosidade.
Os alimentos a consumir devem ser de alto valor nutritivo, como as verduras fervidas em pouca água e durante pouco tempo, para conservar as vitaminas. Não obrigue a criança a comer, mas se passarem mais de oito horas sem ingerir nada, informe o pediatra.

FONTE:ABCDOBEBE

Refeições de peixe para o bebé

Nem sempre a inclusão de peixe na dieta alimentar da criança é bem aceite por esta. O gosto diferente leva a que nem alguns adultos hoje ainda apreciem este alimento.
A partir dos cinco meses o organismo da criança está preparado para assimilar alimentos sólidos e também precisa de mais calorias e nutrientes para se desenvolver. O primeiro sinal de que deve começar a dar algo mais substancial ao seu filho é quando este dá mostras de não ter ficado satisfeito com a mamada e após o aparecimento dos primeiros dentes.
Com um pouco de paciência e alguma habilidade, vai poder incluir o peixe na alimentação do bebé, mas primeiro que tudo é necessário escolher bem o mais conveniente. Deve começar pelo chamado peixe branco como a pescada, linguado e dourada, mais magros e de fácil digestão. O peixe azul, como o carapau ou peixe-espada só deve ser incluído entre os 18 e os 24 meses. A cada novo tipo de peixe que incluir na alimentação, dê sempre um espaço de tempo entre o anterior para verificar alguma reacção alérgica que este possa provocar. O peixe, a par com o ovo e o leite, é um dos alimentos que mais reacções alérgicas provoca.
Essencial para a alimentação humana, é ainda mais necessário quando se trata de uma criança em desenvolvimento e não possui qualquer substituto em termos nutritivos. Com vitaminas A, D e B, rico em fósforo, iodo, potássio e cálcio, algo que a carne não pode oferecer, o peixe é o alimento quase completo por natureza. Além disso é de fácil digestão, porque possui pouca gordura (no caso do branco) e não tem muito tecido conjuntivo.
Em geral a introdução do peixe nos gostos da criança dá-se a partir do sétimo mês, misturado (cerca de 60 gramas) com a habitual sopa de legumes. A partir do oitavo mês e depois do teste de reacção ao ovo, pode preparar-lhe uma nutritiva açorda de peixe com coentros.
Quando a criança já mastigar pode oferecer-lhe peixe desfeito aos bocadinhos que ele pode apanhar com o garfo. A partir dos dois anos o peixe já pode entrar como prato principal na refeição da criança, primeiro cozido e só depois preparado de outras formas, sempre acompanhado de verduras.
E dê o exemplo comendo bastante peixe às suas refeições porque este alimento não é apenas bom para a criança mas também para toda a família.

FONTE:ABCDOBEBE

Refluxo gastro-esofágico nos bebés

Desde sempre os bebés têm vomitado. É algo que todos os pais já tomaram como certo. Mas o que causa esta situação?
Durante os primeiros meses de vida é muito comum que os bebés regurgitem ou mesmo vomitem o que comeram e a causa mais comum destes vómitos é o refluxo gastro-esofágico.
Este problema fica a dever-se ao mau funcionamento de uma válvula que existe na entrada do estômago chamada cárdia. Normalmente esta válvula fecha-se depois da passagem dos alimentos, impedindo o retorno à boca pelo esófago. Acontece que na maioria dos recém-nascidos esta válvula não funciona em condições e permanece aberta, ou abre-se com facilidade, mesmo quando o bebé tem o estômago cheio. Resultado: logo que a criança se deita ou quando a pressão abdominal aumenta, ao tossir, a criança vomita. É o retorno do conteúdo do estômago através do esófago que se designa por refluxo gastro-esofágico.
No entanto, nem todos os vómitos se devem a este problema, uma vez que pode haver apenas regurgitação de uma pequena quantidade do conteúdo gástrico, sem que se dê qualquer esforço.
O vómito de refluxo já tem uma maior quantidade de matéria e é acompanhado de náuseas, dores ou contracção muscular toráxica.
Consoante os casos, o refluxo pode ser dividido em normal ou patológico. O refluxo normal acontece em bebés saudáveis, sem que lhes causem qualquer lesão, após a mamada e a intensidade deste regurgito varia sempre de criança para criança.
O refluxo normal pode ter diversos factores que predispõem ao seu aparecimento sendo o mais normal um excesso de ar deglutido durante a mamada, que ao sair do estômago traz consigo o leite, o que pode ser evitado com uma forma de mamar correcta ou fazendo o bebé arrotar.
A mãe deve certificar-se que o bebé coloque dentro da boca toda a parte escura do seio (a auréola) e não apenas o bico, não deixando assim espaço para a entrada do ar.
Quando usar o biberão, deve colocá-lo bem levantado, (quase em pé) de forma que a região do bico esteja preenchida totalmente com leite e o líquido deve apenas gotejar e não jorrar.
Depois de alimentado, deve fazer o bebé arrotar para retirar o excesso de ar, bastando para tal colocá-lo em pé junto do tórax, com as costas voltadas para a frente, como se ele estivesse a olhar por cima do ombro de quem o carrega. Com uma das mãos dá-se umas pancadinhas leves e repetidas nas costas do bebé, durante alguns minutos para forçar a saída do ar eventualmente engolido. Se ele não arrotar significa que efectuou bem a mamada e não engoliu ar.
Depois da alimentação, a criança deve ser mantida em posição erecta durante cerca de 30 minutos. Evite ainda abanar a criança depois da mamada e pressionar o abdómen quando estiver a trocar as fraldas.
Nas crianças que já fazem uma alimentação variada, é necessário ter em atenção que os alimentos devem ser dados em pequenas doses, várias vezes ao dia. Pode dar-lhe todas as frutas, arroz, esparguete, pão, carne magra e legumes.
A evitar são os citrinos, refrigerantes, chocolate, açúcares concentrados (e rebuçados, doces, etc.), iogurtes, chás e cafés, produtos com tomate, fritos e comidas condimentadas.
Outras causas de vómitos ‘normais’ ou de regurgitação incluem alimentação forçada e choro excessivo da criança. A grande maioria dos casos desaparece espontaneamente nos primeiros meses de vida.
O refluxo patológico é sempre acompanhado de outros sintomas ou sinais, como aumento excessivo de peso, perda de apetite, problemas respiratórios (pneumonias de repetição, pieira no peito, laringites, otites e sinusites) e choro excessivo e injustificado do bebé, entre outros.

Alguns destes sintomas são causados pela esofagite (inflamação do esófago), que se deve ao contacto com conteúdo ácido do estômago, ou pela entrada deste material nas vias respiratórias. Nem sempre o diagnóstico é fácil porque estas perdas de ácido podem ser microscópicas e logo, dificilmente detectadas sem a ajuda de análises e testes especiais.
Há ainda a considerar outros factores causadores do refluxo como as causas infecciosas, metabólicas, malformações ou alergia ao leite de vaca, intolerância a lactose, entre muitas outras.
Além destas causas existe uma outra ainda a ter em conta. Trata-se de um estreitamento que surge na saída do estômago para o intestino numa região chamada piloro. Esta doença é conhecida como estenose hipertrófica do piloro e é hereditária, o que significa que pode haver outros casos na família. A doença ocorre com muito mais frequência em primogénitos e caracteriza-se por vómitos que se iniciam por volta dos 21 dias de vida e que vão piorando gradualmente. Pode levar à desnutrição e à desidratação e o único tratamento passa pela cirurgia.
O tratamento do refluxo patológico depende da sua intensidade e das complicações que acarreta para a criança. Pode incluir medicamentos, alterações na alimentação e na posição para dormir e até cirurgia nos casos mais graves.
De um modo geral, este problema melhora com o passar dos meses e desaparece por volta do primeiro ano de idade.

FONTE:ABCDOBEBE

Cuidar de Vómitos e Gastrenterites nas Crianças

As crianças são muito susceptíveis aos vómitos, enquanto que os bebés têm mais tendência para regurgitarem o leite que consumiram do que propriamente para vomitar. Portanto, convém não confundir estes dois conceitos. Os bebés com menos de seis meses têm por hábito regurgitar leite. Os pais julgam logo que estão a vomitar, mas a verdade é que esta é uma situação perfeitamente normal. Quando falamos em vomitar, estamos a referir-nos a uma criança que expele uma grande parte daquilo que continha no estômago, sendo a porção do conteúdo a expelir muito maior do que no caso de estar somente a regurgitar.
Se constatar que o seu filho está a vomitar bastante, é aconselhável ter atenção a pequenos pormenores que podem indiciar se está perante uma situação rotineira, sem muita importância, ou de algo mais sério. Assim, tenha em atenção se o seu filho vomita alguma substância de aparência amarelo-esverdeada ou se vomita muitas vezes num espaço de seis horas. Repare se ele apresenta algum sinal de desidratação ou se ao vomitar fica muito sonolento, pois se alguma destas situações referidas anteriormente se verificar é indicado chamar um médico para ver o que se passa com ele.
A desidratação pode surgir muitas vezes após a criança ter estado a vomitar, e existem alguns indícios que permitem retirar essa leitura do seu estado: boca e lábios muito secos, urina escura, olhos encovados, estar muito tempo sem urinar, nomeadamente mais de seis horas, ou ser atacádo por uma enorme sonolência não habitual.
A solução para repor as condições normais do organismo é preparar-lhe algo com glicose. Uma bebida é o indicado, na qual vai dissolver três colheres de chá de glicose em pó, mais meia colher de sal, sendo ambas as colheres rasas, em 200 ml de água fervida. Dê-lhe um pouco desta bebida de hora a hora, utilizando o biberão, uma colher de chá ou um conta-gotas. Todavia, existem medicamentos na farmácia já preparados para esta função que são os chamados pós para rehidratação oral.
Quando o seu filho estiver com vontade de vomitar segure-o, e coloque-o debruçado sobre uma bacia. Após o esforço é normal que a criança esteja molhada. Limpe-lhe a cara com cuidado e dê-lhe um pouco de água. Estas podem ser algumas das medidas a tomar, enquanto aguarda a chegada do médico. Porém, em muitos dos casos, as crianças ficam bem somente com estas medidas, mas a presença do médico é sempre importante. Porém, os vómitos podem também estar a ser causados por Gastrenterites, motivadas por um envenenamento alimentar.
A Gastrenterite é uma infecção provocada pela ingestão de comida estragada, e que atinge o estômago e os intestinos. Este problema origina vómitos, náuseas, diarreia, cólicas de estômago, febre e perda de apetite, e costuma ser grave nos bebés pois pode desidratá-los muito rapidamente. Porém, e nos bebés alimentados ao peito, esta situação de Gastrenterite não costuma ocorrer porque apenas são alimentados pelo peito materno. Para controlar a situação deve dar de beber à criança cerca de um litro a litro e meio de água por dia, e administre-lhe a bebida de glicose que atrás referimos para os vómitos.
No período em que o seu filho estiver a vomitar não lhe dê nada para comer. Quando constatar que ele parou de vomitar, dê-lhe alimentos de fácil digestão, moles, e que não sejam pesados para o estômago, tal como maça cozida e previamente triturada. É aconselhável certificar-se também que ele não está com febre, pois caso isso aconteça deve dar-lhe xarope de Paracetamol. Tenha o cuidado de lavar bem as suas mãos e as mãos dele, esterilizando também tudo aquilo que ele utiliza para comer. À partida, esta é uma situação controlável, mas se vir que os vómitos permanecem, assim como a perda de apetite, a diarreia, febre e as cólicas, é fundamental chamar um médico.
Estas são duas situações comuns nas crianças e nos bebés. Embora necessitem de cuidados particulares, isso não significa que as mesmas possam ser malignas. No entanto, todo o cuidado é pouco para o bem do seu filho!

FONTE:ABCDOBEBE

Como fazer o seu bebé largar a chupeta

De que forma podem afectar as chupetas?
Causando problemas na arcada dentária e no desenvolvimento da fala.
O hábito das chupetas ou dedos pode determinar uma alteração da posição dos dentes e no formato das arcadas dentárias, de diversos tipos e intensidade, o que depende do hábito, do período de tempo, da força que a criança aplica e, da resistência dos alvéolos (o alvéolo é a parte do osso mandibular ou maxilar onde o dente se aloja), e do padrão dos dentes bem como da face da criança.

A maior parte das alterações causadas pelas chupetas são corrigidas espontaneamente desde que o hábito seja interrompido até os quatro anos de idade.

O ideal é que a criança largue sozinha a chupeta, e os pais devem explicar o motivo e a importância da interrupção do hábito. Se estiver a pensar em retirar a chupeta não o deve fazer de forma abrupta, para que a criança não troque a chupeta pelo dedo.

Os pais devem de algum forma negociar com a criança o tempo de uso e a aua frequência. O processo muitas vezes não é fácil, principalmente nos primeiros dias. Quando a criança sentir necessidade da chupeta, os pais devem, se possível, ter algo para substituir a mesma.

Pode ser um livro para a criança se entreter, um passeio no parque, uma actividade que a criança goste. Tenha paciência e encoraje a criança quando ela conseguir ficar sem a chupeta.

Algumas ideias:
- Combinar o seu uso quando a criança dormir.
- Usar um calendário colorido para anotar os dias em que a criança conseguiu ficar sem a chupeta. Cada dia vale uma estrelinha, que deverá ser colocada pelos pais no calendário. Quando a criança completar uma semana sem a chupeta, ofereça algo que ela adore, ide ao restaurante, um passeio, um brinquedo..

FONTE:ABCDOBEBE

Ar livre

O seu bebé precisa de ar livre, oxigénio e luz natural desde os primerios dias. Dê pequenos passeios diários e veja como ele(a) de diverte com os cheiros, as cores e os sons.

FONTE:ABCDOBEBE

O Olhar do seu Filho

O olhar de uma criança é talvez uma das coisas mais belas. Entendê-lo, compreendê-lo, nem sempre é fácil. Basta olhá-lo com carinho, e conseguirá descobrir toda a doçura que emana dos seus pequenos olhinhos. Apaixone-se e cubra-o de carinhos e beijinhos.
Uma criança, ainda bebé, não é capaz de exprimir verbalmente a sua alegria e felicidade. Pode parecer que está triste, e estar apenas cansado, e também pode parecer que está incrivelmente feliz, só porque está com o seu ursinho predilecto. Estas são apenas aparências, pois ele não lhe consegue dizer nada através da sua boquinha.
De facto, muitas das vezes, as mães têm uma opinião diferente quanto ao verdadeiro estado psicológico do seu filho. A solução não é certamente falar com ele, pois isso seria de momento impossivel, mas sim tentar perceber pelo olhar como ele se está a sentir naquele preciso momento. Para isso, mergulhe no seu olhar e tente descobrir o sentimento dominante no seu interior.
Nestas alturas, e quando ele ainda não aprendeu a linguagem que permite a comunicação entre os seres humanos, o que resta é o olhar. Aprender a decifrá-lo requer muita atenção: há olhares que ferem, outros que angustiam e outros ainda, que são o expoente máximo da alegria e da felicidade. Olhos nos olhos, você e o seu filho, podem produzir a transmissão e troca de sentimentos e, de estados de espíritos, que você nunca imaginou serem possiveis de realizar com uma criança tão pequenina.
O olhar revela as suas necessidades, os seus desejos e as suas tristezas. Fruto de um ambiente onde reina a harmonia, ou de um meio onde a confusão se instala a cada momento, o bebé sente todas essas coisas ainda que as não consiga transmitir aos adultos. O seu olhar é a sua única forma de expressão, a sua arma de comunicação mais preciosa. Aliás, a sua visão antes dos três meses já permite reconhecer a mãe, o que implica uma grande cumplicidade entre ele e a pessoa que lhe deu a vida. Por isso, é normal que seja à mãe que tenta transmitir o seu íntimo.
Apaixone-se pelo olhar do seu filho e embale-se nos seus sentimentos. Descobrirá coisas importantes para o compreender a cada instante e, de certeza, que será um prazer para si estar simplesmete a olhá-lo. Demorada e intensamente, só você e ele!

Água engarrafada ou fervida

Até aos 12 meses de idade e devido à flora intestinal muito delicada dos bebés, é necessário que a água consumida seja fervida antecipadamente ou engarrafada opcionalmente.

FONTE : ABCDOBEBE

Os primeiros dentes do seu bebé

O ideal é os dentes começarem a nascer dos 3 aos 12 meses.
Os primeiros dentes do seu filho devem começar a nascer, ao fim do primeiro ano. Se isso não acontecer, consulte o seu médico, pois alguma coisa de errado se deve estar a passar. Se por outro lado, tudo está a correr bem, então tenha bem presente que a conservação dos dentes de leite, é proporcionada pela higiene e saúde oral da sua criança.

Aqui, ficam algumas dúvidas que se levantam nesta altura, relacionadas com o nascimento dos dentes do seu filho.
O ideal é os dentes começarem a nascer dos 3 aos 12 meses. Se nascem depois ou se o bebé já vem com algum à nascença, pode não ser muito positivo. De início, as crianças começam a babar-se com muita intensidade, ficam nervosas, choram com muita frequência, têm as gengivas inchadas e enrijecidas. Pode igualmente, surgir diarreia, alterações gastrointestinais, gases, irritação no rabinho e, mais raramente, um pouco de febre. Estes indícios são sinónimo de que, os dentes estão para vir. A produção de saliva, mais do que o habitual, tem a ver com as transformações nas gengivas, provocada pelo rompimento dos dentes. A criança sofre um pouco com o nascer dos dentes. É uma sensação, como quando o adulto está a passar pela fase de rompimento do dente do siso. A dor varia de criança para criança, não sendo igual para todas.
Os mordedores são uma boa forma de consolo. Ao menos a criança, morde um objecto que é seguro. Os bebés necessitam de morder, pois é uma das formas de exploração dos objectos, e ajuda-os a acalmar a dor e a fazer com que o dente, perfure melhor a mucosa.
O paracetamol poderá aliviá-los, ou alguma pomada, sem açúcar, desde que a mesma seja indicada pelo médico.
A presença de um odontopediatra é muito útil, porque é a pessoa indicada para este tipo de processo. Analisa a erupção do dente, a oclusão, a relação entre as gengivas e os alvéolos. Ainda que os dentes de leite, caiam mais tarde, são eles que marcam o lugar decisivo para os restantes que nascerão a seu tempo.
Nesta idade detecta-se toda a produção e realização correcta, desta zona. Pode verificar-se facilmente se a criança, tem ou não algum problema: se mastiga bem, se faz a deglutição de forma correcta, se os alvéolos estão coordenados, etc.
A cárie é um dos problemas que perturba os mais velhos e os mais novos. Mas, se as mesmas surgem logo nos dentes de leite, verifica-se o início da dor e da infecção. Claro, que isto influenciará os dentes definitivos. As cáries nos bebés podem surgir porque, o bebé ficou a dormir com o biberão na boca, ou então porque se molhou a chupeta em mel ou em açúcar. O contacto dos dentes com o leite, por um período longo de tempo não é o mais satisfatório, nem com coisas doces, como o mel e o açúcar. Mas, atenção que a chupeta no seu estado puro, ou seja, sem qualquer outra substância, não é nada de prejudicial.
Algumas crianças, negam-se a mastigar. Isto acontece porque, lhe é causada dor pelas cáries ou malformações no esmalte. O que acontece é que a língua, é colocada no meio dos dentes para que os alimentos, não vão mais além. Preferem por isso os líquidos, do que os alimentos sólidos.
As gengivas devem ser começadas logo a limpar, com um bocadinho de gaze molhada em água, que servirá também para quando nascer o primeiro dente. Devem ser também limpas, as gengivas, quando se acaba de dar o biberão à criança. A escova podem ser começada a usar, a partir dos nove meses. Os especialistas devem prescrever a dose e, determinar a quantidade de flúor presente na água da criança. Este flúor sistémico deve ser recomendado pelo médico, dos 6 meses aos 12 anos, para garantir a boa formação dos dentes. O uso externo a partir desta fase, já é amplamente recomendado. Precavenha-se e, informe-se com um odontopediatra.

Fonte: ABCDOBEBE

Dentinhos a darem das suas...

Esta semana a Luísa está "sofrer" os sintomas que vêm mais dentinhos a caminho! Está com diarreia, e ñ consegue comer bolachinhas,que ela tanto adora, por causa das gengivas. Tenho que lhe dar refeições ligeiras, pois corro o risco de ela vomitar aquilo que lhe estou a dar. Neste momento estou a dar-lhe as 5 gotas diárias do Biogaia, para ver se as cólicas e a diarreia vão passando. Ela também tem muita sede, isto é bom para evitar que ela desidrate. De ínicio teve um pouco de febre mas já a controlei, dando-lhe uns ben-u-rons para bebés, em supositórios.E também c+olicazinhas,pois acordava muito de noite e agitava muito as pernas. Coisa que ela fazia quando tinha semanas e estava com as terriveis cólicas.
Sei que nesta altura estes sintomas são normais, mas quem é "novo" nestas andanças sempre se preocupa,talvez um pouco demais. Devo confessar que fiquei perdida em saber o que fazer, mas depois de reflectir um pouco e arrefecer um pouco a cabeça,lá pensei que se nós nas mesmas circunstâncias fazemos determinados "procedimentos", porque ñ aplicá-los nela? Refeições ligeiras, fazer chás, comer iogurtes e beber muita água. Temos contactos de enfermeiras lá dos Lusíadas que nos aconselham determinadas coisas e estar atento à quantidade de cócós que ela faz, como também à temperatura. Coitadinha por vezes noto que ela se apercebe que eu estou preocupada. Outro sintoma que ela tem é que dorme um pouco mais do que é normal.

Mudando de assunto, fiquei muito contente ao ver determinado dia que ela já consegue bater palminhas,eu ajudo-a e ela imita, um pouco desejeitada, mas dá para perceber o que ela faz.
Também já diz monossilabos de "ma", como também já responde ao chamamento do seu nome. é engraçado que lhe digo onde está o patinho,um boneco que ela gosta muito, onde está o papá e onde está a rua ela olha para as direcções onde os respectivos estão.

Outro passo que ela está a ter é começar a equilibrar-se sózinha,mas quando quer dar um passinho, tem que se agarra a qualquer coisa. E já começou a gatinhar. Adora ver os anúncios da televisão e aqueles então que têm música fica muito atenta. E então a determinadas músicas que eu gosto, fico logo toda contente.

Estivemos uns dias fora desta cidades para visitar os avós quer maternos quer paternos. Notei que ela ficou mais gordinha, a mudança de ares fez-lhe muito bem-

Para terminar,que já vai longo, noto que por vezes quando estou chateada com alguma coisa ou algo me está a aborrecer, quando vejo o sorriso dela parece que tudo passa. É mágico. Transcendental...