quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Actividades para o desenvolvimento psicomotor de bebés dos 12 aos 18 meses

É uma etapa na qual a criança tem muito mais autonomia nos seus movimentos, já que foi amadurecendo e consolidando tudo o que aprendeu até então. Por conseguinte, demonstra maior mobilidade e segurança nas suas deslocações.

Se a deixar deitada de costas, já é capaz de se sentar ao virar-se, apoiando-se sobre uma mão, sem precisar de se virar de barriga para baixo como fazia antes.

Já anda sozinha, sem precisar de ajuda. Se cai, consegue levantar-se do chão, também sem ajuda.

Sentada no chão, consegue atirar uma bola, colocar argolas num pau vertical, fazer uma torre de dois cubos e pôr e tirar tampas de caixas. Se lhe dermos uma história, consegue virar as páginas, ainda que de quatro em quatro.

Esta etapa caracteriza-se pelo facto da criança explorar as propriedades reais e as potencialidades dos objectos de forma muito activa e intencional por experiência-erro, fundamentalmente à procura de novas e diversas formas de actuar sobre os mesmos.

A extroversão intelectual atingiu agora a sua plenitude. A criança aproxima-se do mundo que a rodeia de forma experimental. Quando se depara com um objecto/brinquedo novo, tentará pôr a nu as suas propriedades estruturais e funcionais de forma activa, experimentando com ele várias formas de actuar, obtendo novas formas de brincar a partir de outras por ela já conhecidas. É capaz de repetir os jogos que funcionaram melhor de forma intencional e deliberada.

Relativamente à linguagem, a criança já é capaz de entender muitas das palavras que lhe dizemos e obedece a ordens por gestos.

Actividades de estimulação

• A criança diverte-se com os brinquedos que se deslocam (camião, animal, comboio, etc.).
• Brinca com caixas de diferentes tamanhos.
• Brinca com brinquedos que têm mobilidade, quer seja a pilhas ou de corda.
• Entretém-se com carrinhos de bebé, carrinhos de mão ou aros.
• É a fase em que a criança consegue entreter-se a brincar com plasticina.
• A partir de agora, o bebé pode brincar com peças de encaixar e puzzles.
• Incentivem a criança a andar sozinha. Ponham-se à sua frente com os braços esticados, para que se sinta segura, e incentivem-na a ir ao vosso encontro.
• Podem dar a mão à criança, atirar uma bola ou um globo pelo chão e correr atrás deles.
• Empurrem um carrinho, um comboio, etc. pelo chão e incentivem a criança a persegui-lo.
• Podem brincar a segurar num cesto cheio de objectos (brinquedos, bolas, molas da roupa, caixas de plástico, etc.) e estimulá-lo a tirá-los do mesmo e a colocá-los em cima de uma mesa, incentivando o bebé a agachar-se e a levantar-se.
• Incentivem a criança a empurrar um carrinho para apanhar os brinquedos do chão. Deste modo, estimulá-la-ão novamente ao exercício de se agachar e de se levantar.
• Outro jogo divertido pode consistir em amontoar almofadas de diferentes formas e tamanhos e colocá-las no chão sob a forma de degraus, para que a criança possa subir pelas mesmas.
• Ensinem à criança como os diferentes animais (cão, gato, canguru, rã, pássaro, serpente, etc.) caminham e estimulem-na a imitá-los. Ao mesmo tempo, simulem o som do animal que imitarem.
• Coloquem-se de frente para uma escada e dêem a mão ao bebé, enquanto o incentivam a subir, com a vossa ajuda.
• Podem ensiná-lo a chutar uma pequena bola ou um globo, dando-lhe a mão para que não caia.

Fonte:Dodot

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Os ciúmes do irmão mais velho

Depois de tanto tempo a desfrutar da atenção de todos, em particular dos pais, o seu filho vai assumir o cargo de primogénito. Um nome pomposo para uma criança, mas que pode trazer alguns amargos de boca…

Quando o irmão mais novo entra em cena, o mais velho tende a manifestar os seus sentimentos de diversas formas, mas tudo depende da faixa etária em que se encontra.
Com o intuito de atenuar os episódios envoltos em ciúme, que vão ser uma constante nos primeiros tempos de vida do novo membro da família, é importante que toda a família continue a acarinhar e mimar o então primogénito, uma mensagem que deve ser tida em conta, em especial, por pai e mãe. A psicóloga Margarida Cordo aconselha: “Devem manter a relação e lidar com o mais velho com imensa afectividade e carinho explicito. Mesmo que não perguntem porquê, devem continuar a dar carinho e a envolvê-lo em actividades conjuntas, as quais o façam sentir-se valorizado e querido tanto como era antes.”
Por outro lado, isto de ser menino ou menina também suscita algumas diferenças no comportamento. “Geralmente, é mais complicada para os meninos entre os três e os cinco anos”, sobretudo se a figura paterna não se mostrar disponível para partilhar jogos e brincadeiras, “valorizando-os e fazendo coisas com eles, especialmente nesta etapa, enquanto o irmão é bebé”, explica a nossa entrevistada. A verdade é que, nesta etapa, “está no tempo em que se sente ‘apaixonado’ pela mãe e passa a ter de a partilhar e de prescindir dela, sentindo-se ‘traído’ ou quase rejeitado”, continua. Perante este cenário, o melhor é mentalizar o seu filho mais velho, a quem teve a sorte de ter um irmão, que “vai ter alguém para brincar e jogar à bola com ele”, relembra. Por sua vez, “a menina é um pouco mais madura, se assim se pode dizer, e pode fazer ‘equipa’ com a mãe a cuidar do bebé”, esclarece Margarida Cordo.

Comportamento por idades

As reacções do irmão mais velho face à chegada do bebé dependem, tal como já foi referido, à faixa etária a que pertencem. Em alguns casos, é natural que as crianças apresentem sinais de regressão, como voltar a usar a chupeta, urinar na cama durante a noite… Ao contrário do que habitualmente se diz aos irmãos mais velhos, deve incentivar o seu filho a crescer sem se mostrar zangado ou desiludido com este retrocesso. “Devem apenas dizer que isso são coisas de bebés e que os mais crescidos já não precisam de as fazer”, aconselha Margarida Cordo.
Vejamos o que acontece consoante a idade da criança…
Até aos 3 anos
Apesar de não haver “reacções padrão”, existe uma grande probabilidade de “ocorrerem comportamentos regressivos, entre os quais se contam a criança
começar a evidenciar perda de competências de autonomia já adquiridas, para
se parecer com o irmão recém-nascido e, com isso, usufruir de mais atenção
dos pais”, afirma a psicóloga, como voltar a usar fralda e/ou a chuchar no dedo, entre outras.
Entre os 3 e os 5 anos
Os comportamentos regressivos podem também ter lugar nesta etapa do desenvolvimento infantil, contudo, é provável que seja confrontada com episódios de rejeição da escola, pois sabem que o bebé fica em casa sendo, deste modo, “alvo de maior atenção da mãe na sua ausência”, podendo manifestar “atitudes que denunciam fobia escolar, mas não são de facto, pois são apenas somatizações que requerem atenção e cuidados”, alerta a especialista. Outras dos sinais de chamada de atenção “são as dores de barriga, a febres, etc., os quais, na prática, farão com que fique em casa”, declara. Porém, se este estratagema “não for ‘eficaz’ do ponto de vista dos objectivos da criança, podem rejeitar os que têm à sua volta, incluindo os mais velhos (pais, tios, avós e o próprio irmão) e, em situações limite podem fazer algumas maldades ao bebé, como beliscar”, conduta a que deve permanecer atenta.
Entre os 5 e os 8 anos
Até aos seis anos, pode haver casos em que o cenário anterior se repete, “mas já não é tão comum”, assegura Margarida Cordo.
Depois dos 8
“Podem tornar-se protectores do bebé e até quererem tomar conta dele, mas isso depende do modo como os pais modificaram a relação com o mais velho quando o bebé nasceu”, sublinha a nossa entrevistada.

Fomente a cooperação em casa

Colaborar nas rotinas do irmão mais novo é uma das “poções mágicas” usadas pelos pais para conseguir conquistar a empatia do primogénito em relação ao benjamim da família. No entanto, esta conduta “depende do desenvolvimento das crianças”, apesar de haver “um aspecto que é sempre importante: as crianças têm de sentir que os pais lhes ofereceram um irmão e não que tiveram mais um filho”, salienta Margarida Cordo.
Por conseguinte, é fundamental que continue a dar atenção ao mais velho, da mesma forma que o fazia antes e tentar compensar com a sua presença e boa disposição enquanto o mano descansa. Para o efeito, é indispensável a colaboração da figura paterna, quer nas lides domésticas quer na rotina do bebé, assim como na educação do primogénito que, “aos três anos já pode ajudar, nem que seja para pegar na fralda nova enquanto a mãe está a mudar o bebé”, exemplifica a psicóloga.
Além disso, quando um passeio ao parque ou uma ida ao cinema com o seu filho mais velho têm de ficar adiados, explique-lhe por que razão têm de ficar em casa, mas sem mentir e, se possível, agendar logo o próximo programa de diversão. “Devem ainda, mesmo que fiquem em casa, e logo que seja possível, fazer qualquer coisa que a criança goste”, recomenda Margarida Cordo.

Com a colaboração de Margarida Cordo,
psicóloga

Fonte: Fábrica de bébes

Disciplina acima de tudo!

Muitas vezes o castigo é visto como a última solução para corrigir a má conduta do seu filho, o que nem sempre corresponde à verdade…
Regras. Regras. E mais regras! São muitas e para cumprir! Só assim é possível estabelecer limites e, deste modo, consciencializar o seu filho a comportar-se, seja em que ocasião for.
Por outras palavras, a regras servem de linha de orientação para a conduta dos mais novos, daí que sejam fundamentais para que o seu filho saiba viver em sociedade. Ao mesmo tempo, fomentam os valores que provêm de gerações passadas, como o respeito, a solidariedade, a partilha, a generosidade…
Em contrapartida, o castigo pode tornar-se excessivo, sobretudo se o bater e o gritar se traduzirem numa rotina. Além disso, quando são muito severos dão origem a problemas com repercussões negativas. No entanto, se optar por deixar o seu filho sozinho sem ninguém nem um brinquedo, no meio da sala, por exemplo, durante os minutos que coincidirem a idade que tem, ou seja, se tiver apenas um ano, está de castigo um minuto.

Sem bater nem gritar

A repreensão é feita de diversas formas, mas há atitudes mais pedagógicas que devem, por isso, ser tidas em consideração, pois não há necessidade de optar pelos gritos e pela violência. Ao invés disso, diga-lhe que se sente triste pelo comportamento que teve, uma atitude que deve ser feita com firmeza, para que o seu filho sinta que a magoou. No entanto, se optar pelo silêncio e franzir o sobrolho saiba que também são boas estratégias a pôr em prática mediante um mau comportamento. Mas há outros:
– Impeça-o de jogar na consola durante um período de tempo que deve ser respeitado;
– Leve-o para o quarto até se acalmar depois de manifestar falta de educação com algum adulto ou amiguo;
– Deixe-o fazer birra sem interceder até terminar a mesma e, depois, chame-o à atenção para as pessoas que estão a olhar para ele.
Estabelecer regras e limites com base na violência está, por conseguinte, fora deste contexto, caso contrário o seu filho passará a comportar-se por medo ou apenas na sua presença, o que não é, de todo, desejável. Por isso, é também importante explicar a razão pela qual o pequeno tem de adoptar um boa conduta e negociar – o que é possível a partir dos quatro, cinco anos – algumas regras, desde que haja bom senso de ambas as partes.

Como agir consoante a idade
Até aos dois anos
O carinho e as mostras de afecto são fundamentais para que o seu bebé cresça num ambiente saudável e seguro, além de que contribuem para fortalecer os laços afectivos. Porém, assim que passar a barreira dos 12 meses é indispensável a implementação firme de regras e limites. Ao mesmo tempo, convém que se muna de uma dose extra de paciência, uma vez que ainda não sabe o que pode e o que não pode fazer, além de que não tem noção de alguns perigos.

Dos dois aos três anos
A rebeldia e a teimosia tornam-no desobediente e, como se não bastasse fica de mau humor quando lhe dizem a palavra “não”, pelo que tenta ultrapassar os limites por si estabelecidos. Perante este cenário, é fundamental que ambos – pai e mãe – sejam coerentes na transmissão de regras, bem como na correcção da conduta do pequeno, de modo a impedir que um mau comportamento se repita vezes sem conta.

Dos quatro aos cinco anos
Na tentativa da permanente descoberta de coisas novas, é natural que o seu filho seja repreendido infinitamente, embora já comece a ter consciência de que tem de se comportar. Posto isto, continue a elogiá-lo e a estimulá-lo para a boa conduta, para que passe a mostrar bom comportamento mais vezes, quer dentro quer fora de casa. Contudo, este acto não a impede de ensiná-lo a assumir as consequências dos erros que comete.

Fonte:Fábrica de bébes

Como estimular a autonomia

Antes de mais, ponha um ponto final à superprotecção. A partir de agora lance desafios ao seu filho e deixe-o conhecer os próprios limites. Só assim é possível que cresça mais independente.

Certo é que não pretende educar um menino mimado. Pois bem, o melhor é deixar-se de exageros e permitir que o seu filho teste algumas experiências, desde que o faça sem passar a barreira dos limites. Caso contrário, a superprotecção vai torná-lo egocêntrico, inseguro e demasiado introvertido; e como não sabe lidar com a frustração, faz birra por tudo e por nada.
Ao invés de proteger demasiado do seu filho, refira dar-lhe abertura para enfrentar os desafios que lhe lança e permita-lhe que conheça os limites, duas boas maneiras do pequeno aprender a viver com a frustração e, ao mesmo tempo, em sociedade. Até porque o Mundo exterior, do qual gostamos proteger os nossos filhos, tem de lhes ser mostrado, para que se habituem a ultrapassar as dificuldades que vão encontrando à medida que crescem.
Em todo o caso, o mimo e a protecção são fundamentais para que o seu filho cresça feliz. Afinal, as mostras de carinho são tão importantes na educação como as chamadas de atenção perante uma má conduta protagonizada pelo pequeno. Ou seja, tudo tem de ser feito com conta, peso e medida.

Transmita segurança e confiança

Quantas vezes não interferiu na brincadeira do seu filho, porque não estava a fazê-lo convenientemente ou, simplesmente, não o deixa brincar sozinho quando está numa festa de aniversário, por exemplo? Em vez de actuar sempre desta forma, deixe-o dar azo à sua imaginação, proporcionando-lhe momentos de aventura, quer na companhia dos amigos quer sozinho. Deste modo, o pequeno está a adquirir conhecimentos e, em simultâneo, a apreender os limites.
Portanto, ponha de parte o controlo excessivo e entre no mundo dos mais pequeninos, permitindo que seja o seu filho a conduzir a brincadeira e tome decisões. Assim, está a não só a estimular as faculdades cognitivas e a promover as capacidades psicomotoras, mas também a abrir-lhe caminho para que aceite as regras que tem de cumprir quando está a brincar ou a jogar. Além disso, está a transmitir-lhe segurança e confiança em si mesmo.
Ao abrir-lhe caminho para a autonomia está, em simultâneo, a dar-lhe a oportunidade para fazer as suas próprias escolhas. É o que acontece quando pretende inscrevê-lo numa actividade extracurricular, onde a opinião do seu filho é indispensável, ou a partir do momento em que demonstra interesse em escolher a própria roupa e o calçado quando vão às compras, por exemplo.
Em suma, todas estas mudanças e estímulos vão fomentar a auto-estima, a determinação, a persistência e, claro está, a autonomia.

Bons exercícios para a autonomia

Todos os dias leva o seu filho de carro para a escola que fica a poucos metros de casa ou atravessa a rua com ele, porque receia que tenha um acidente, ou não lhe incumbe a tarefa de ir comprar pão ao virar a esquina.
Afaste o medo e a insegurança, e jamais lhe mostre um mundo cor-de-rosa. Converse com o pequeno sobre o que se passa fora de portas, mas sem dramatizar. Além disso, delegue algumas tarefas domésticas ao pequeno, de acordo com a faixa etária em que se encontra e, assim que começar a ser oportuno habitue-o a fazer a cama, pôr a mesa, colocar a louça na máquina, arrumar a própria roupa, comprar o pão… Andar de autocarro ou atravessar a estrada sozinho são igualmente bons exercícios para conquistar a autonomia. Ao mesmo tempo, está a fomentar a responsabilidade, outro factor determinante para promover a autonomia na infância, bem como para que os mais novos aprendam, desde cedo, a viver em sociedade.

Fonte:Fábrica de bébes

Quando dividem o quarto…

“Porque o apartamento tem apenas três assoalhadas…” Esta é a justificação para os dois irmãos terem de dormir no mesmo espaço da casa, mesmo quando são “cão e gato”!
Quantas vezes não teve de interferir nas zangas dos seus filhos ou de os separar de um confronto físico? No entanto, ambos têm de partilhar o mesmo quarto, onde as gargalhadas e as lutas de almofadas também se ouvem; ou as queixas, porque o mais novo enfiou-se na cama ou mexeu nos brinquedos do primogénito da casa. E já reparou como ficam sempre tristes quando um deles vai dormir a casa de um amigo ou dos avós?
Apesar da educação ser a mesma, a verdade é que não há irmãos iguais. Basta que um seja perfeccionista e o outro mais distraído. Logo o desentendimento instala-se, sobretudo quando colocamos, no mesmo cenário, um menino e uma menina. Afinal, é preciso respeitar o espaço comum, bem como a privacidade de cada um, o que nem sempre é fácil. Noutros momentos, o entendimento entre os seus filhos é bem visível, o que reforça a cumplicidade ente ambos abrindo, deste modo, a porta para a socialização, o respeito e a partilha.
Se são irmãos do mesmo sexo, obviamente que vestir o pijama no mesmo espaço e em simultâneo não levanta qualquer problema. Este emerge se são menino e menina. Por conseguinte, é importante estabelecer essa privacidade. Perante este caso, por que não fazê-lo na casa de banho e em períodos distintos, por exemplo? Como se não bastasse, convém analisar a questão dos cartazes ou da música que se ouve no quarto, ou dos brinquedos, gostos de divergem com a idade.

Regras para cumprir

Uma vez que as discussões entre os seus filhos são inevitáveis, é indispensável estabelecer regras, as quais podem, porém, ser negociadas entre todos. Comece por indicar a cada um qual parede onde podem colar os cartazes dos seus ídolos ou dividir as portas do roupeiro do quarto para o efeito. Mas há mais medidas para evitar desentendimentos e cada um dos seus filhos saber o que lhes pertence:
– Indique quais as gavetas e as partes do roupeiro para cada um;
– Ofereça caixas com cores diferentes para os brinquedos de cada um;
– Efectue um plano onde estão definidas as tarefas inerentes à arrumação e limpeza do quarto;
– Reforce as normas ditadas em conjunto, pois um só pode mexer o que é do outro com a autorização deste;
– Faça uma escala com eles, onde estejam definidos os dias das visitas dos respectivos amigos e cujas alterações devem ser informadas com antecedência.

A escolha dos elementos decorativos

Por outro lado, é igualmente importante que ambos escolham os elementos decorativos do quarto, cuja divisão deve ser definida em conjunto com os pais. Tome nota das sugestões:
– Deixe-os escolher os edredãos ou colchas das respectivas camas, assim como as caixas onde vão guardar os brinquedos e os acessórios de cada um e a decoração de cada mesa de cabeceira;
– Adquira uma estante alta e estreita caso tenha optado por beliches, a qual pode ficar como mesa de cabeceira, onde podem colocar os seus objectos pessoais, mas previamente dividida;
– Prefira uma mesa grande para estudarem com a devida divisão, onde o material de apoio escolar deve estar sempre arrumado;
– Disponha de duas almofadas grandes ou pufs no quarto onde cada um dos seus filhos possa dedicar-se à leitura.
Quanto à escolha dos cortinados e dos candeeiros de mesa de cabeceira, devem ser seleccionados pelos pais ou em conjunto, para que a decoração faça algum sentido. Além disso, há óptimas soluções com beliches para quartos, em que as estantes e as secretárias estão incorporadas.

Fonte:Fábrica de bébes

Dos 17 aos 18 meses...

Durante este último mês a evolução da Luísa tem sido espantosa. Já completamente nos compreende, ou seja tudo o que lhe dizemos ela já percebe! Cumpre "as ordens" que lhe dizemos, estou mesmo espantada. A nossa pediatra bem nos disse que atá aos 2,3 anos é só evoluções, e bem que não se enganou. Bem dita pediatra. Também estou muito contente por a ter escolhido.

É engraçado pois as coisas que lhe vamos ensinando ela assimila. Por exemplo ensinamos-lhe como faz o comboio, como faz o gato e também como fazem os indios. Cada vez que lhe perguntamos como faz o gato ela faz "auuu".
Está sempre atenta aos que nós fazemos. E agora quando estamos a conversar ela faz, na linguagem dela, como tyambém estivesse a conversar apesar de não percebermos nada do que ela está a dizer. Muito engraçado.

Ontem fomos hoje à consulta dos 18 meses.
Está tudo bem, a Luísa é que "não se comportou lá muito bem", chorou imenso, estava sempre a olhar para a médica "desconfiada", com muito custo foi pesada e medida. Depois disso ficou mais "descansada".
Está com 10,7 kg, mede 77 cm.
Agora a próxima consulta será quando a Luísa completar dois anos.

Também agora aos 18 meses será dada o último reforço da Prevenar, a vacina contra a meningite. Além de outras que estão no plano.

Concluindo, estamos muito contentes por ela. Está uma linda menina que será sempre a minha bébezinha!!!!!
Adoro-te minha filhota linda!!!!!