quinta-feira, 21 de julho de 2011

Novas regras de segurança para camas de bebé

Nos EUA as camas de bebé terão os lados fixos, obrigatoriamente.
A partir de hoje vão deixar de ser produzidas e comercializadas nos EUA camas ou berços que permitam baixar um dos lados. Essa é uma das novas regras aprovadas por unanimidade pela Consumer Product Safety Commission.
As camas de bebé que permitem baixar um dos lados foram responsáveis por 150 casos de asfixia ou estrangulamento nos EUA, entre 2007 e 2010. Desde 2000, morreram pelo menos 32 crianças na sequência de acidentes provocados pela falta de segurança de berços e camas.

As novas regras:

- As camas de bebé passam a ter obrigatoriamente os lados fixos. É proibido o fabrico e comercialização de camas com lados de subir e descer.
- Reforço dos suportes dos colchões.
- Reforço das grades de madeira.
- As ferragens têm de passar a ser mais duráveis e eficientes.
- Os testes de seguranças serão mais exigentes e rigorosos.

Fonte:IOLMãe

Falar tarde não é sinal de problemas

As crianças que começam a falar mais tarde do que a média não apresentam ao longo da infância e adolescência mais problemas do que as que começam a falar cedo.

Os bebés que começam a falar mais tarde do que é habitual não apresentam na adolescência mais problemas como timidez, agressividade ou sintomas depressivos do que aqueles que começam a falar cedo. Investigadores australianos observaram e compararam dados de 1400 crianças aos dois anos de idade. Apesar de apresentarem aos dois anos de idade mais motivos de preocupação, como timidez, sinais de tristeza ou pouca actividade, aos cinco anos essas diferenças em relação às crianças que começaram a falar mais cedo já não se verificaram. E também não reapareceram mais tarde. As crianças foram acompanhadas até aos 17 anos de idade.
Claro que os pais devem continuar atentos a possíveis problemas de desenvolvimento, mas é bom saber que começar a falar mais tarde não está ligado por si só a problemas emocionais ou psicológicos significativos.

Fonte:IOL Mãe

Dormir com os pais não é prejudicial para as crianças

Não existe qualquer ligação entre dormir na cama dos pais e o surgimento de problemas cognitivos e de comportamento.

Partilhar a cama com os filhos é uma das práticas educativas mais polémicas. Mas talvez seja também aquela que todos os pais, a certa altura já experimentaram. Mesmo que aqueles que a consideram negativa.
Os que confiam mais no instinto, defendem que dormir em família é saudável e recomenda-se. Mas muitas são as vozes que se levantam contra os perigos. Apesar de favorecer a amamentação, a comunidade científica desaconselha esta prática pois dormir com os pais nos primeiros meses de vida aumenta o risco de Síndrome da Morte Súbita.
Em relação às crianças mais crescidas, a partir do primeiro ano de vida, é voz corrente que a cama dos pais é nociva para o desenvolvimento psicossocial, pois torna-as mais dependentes, não favorecendo a autonomia. Mas será realmente assim? Poucos estudos foram feitos no sentido de compreender os efeitos de partilhar a cama dos pais, mas ideias feitas existem muitas.
Na edição de Agosto do jornal Pediatrics pode ler-se a apresentação de um estudo que analisou o desenvolvimento de 944 crianças. Foram avaliadas aos 12 meses, aos dois anos, aos três e aos cinco. Os autores declaram que não foram encontradas diferenças quanto ao comportamento e desenvolvimento cognitivo entre as crianças que partilharam a cama dos pais e aquelas que dormiram na sua própria cama. E não foi estabelecida qualquer ligação entre problemas cognitivos e de comportamento e o facto de se ter dormido com os pais.
Por isso, os pais devem tomar decisões quanto ao local onde as crianças dormem baseados nas suas especificidades enquanto família e escolhendo em função da forma que acreditam ser aquela que mais contribui para a qualidade de sono da criança e da família.

Fonte:IOL Mãe

Férias ...

De regresso...

Bem, já ñ actualizava este blo há imenso tempo.
Mas aqui vai...

Entretanto a Luísa já fez doia anos e correu tudo bem. Fizemos uma festinha com os mais próximos. Ela adora o meu pai,brinca imenso com ele. Em termos de progressos, há muitos, a linguagem dela já vai aumentando os monossilabos,já consegue dizer bebé claramente, identifica tudo o que lhe perguntamos. Comprámos recentemente a colecção do Panda e ela simplesmmente adora, adora ver os meninos e meninas a dançar e tenta fazer o mesmo,pulando e dançando, é engraçado de se ver. Também começou a ter interesse nos livros da Anita. A mesma colecção que nós miudas desta idade gostavamos de ler. Agora existe num formato mais pequeno com número reduzido de folhas e estas são mais compactas para ñ se resgarem facilmente. Adora estes livros, pede-me para os ler e eu , já é a tamanha quantidade de vezes que os leio que já sei de cor, e depois tenta ela fazer o memso. Pede-me para ler as frases apontando com o dedo no lugar onde estou a ler e ñ é que ela faz o mesmo. É mesmo engraçado de se ver.
Entretanto fomos á consulta do pediatra dos 2 anos e tudo bem. Pesa 11kg e mede 81 cm.

Durante este tempo fomos á terra quer dos avós maternos quer dos paternos e nota-se a digerença, faz-lhe muito bem ver outras pessoas, especialmente aquelas que lhe estão mais directamente ligadas que são os avós. E ela já tem um tipo de ligação que vai-se notando, tipo já reconhece os avós e uma amiga muito especial que tenho e ela conhece como titi. Ela diz mamã,papá,vô,titi, popó e miau (o nosso gato).O nucleo que ela conhece é este, e di-lo perfeitamente. Outra coisa que tem andado a gosta muito é dos lápis, comprámos um conjunto e ela adora. Pede-me para desenhar ela, eu, a titi, o gato,o popó e o vô.
Estamos quase a ir de férias. As tão merecidas e esperadas férias...

Até ao meu regresso...